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Turismo em Morro de São Paulo, Bahia Brasil Morro de São Paulo - Meio Ambiente
Morro de São Paulo

Meio Ambiente

Morro de São Paulo - Bahia - Brasil. O Meio Ambiente de Morro de São Paulo. Informações sobre a ilha Morro de São Paulo. Um pouco sobre o meio ambiente, flora, fauna, a area de preservacao das ilhas de Boipeba e Tinhare, Morro de Sao Paulo - Bahia - Brasil. Continua lendo sobre o Meio Ambiente de Morro de São Paulo: APA Tinharé Boipeba. Leia a seguir sobre: Aspectos climatológicos. Morro de São Paulo não merece ser conhecido apenas pela beleza de suas praias. O meio ambiente de Morro de Sao Paulo é um fator que merece ser levado em conta. São grandes os desafios a enfrentar quando se procura direcionar as ações para a melhoria das condições de vida no mundo.Disponibiliza acesso à ouvidoria, órgãos subordinados, educação ambiental, legislação, campanhas e informações sobre o meio ambiente de Morro de São Paulo. A preservação do Meio Ambiente ganha cada vez mais força em Morro de São Paulo com a APA.

APA – Tinharé e Boipeba

O Meio Ambiente de Morro de São Paulo e suas redondesas
 
 
Caracterização ambiental da região Morro de São Paulo e entorno:
Vista aérea de Morro de São Paulo no Arquipélago Tinharé Boipeba     A APA – Tinharé e Boipeba onde está situado Morro de São Paulo possui unidades ambientais com grande valor ecológico e alto grau de biodiversidade, boa qualidade ambiental dos ecossistemas e forte tradição cultural. Esta situada no litoral sul da Bahia, região conhecida como “Costa do Dendê”, numa região estuarina complexa, formada por pequenos canais e ilhotas, alem de compor um sistema típico do litoral brasileiro, é recortada por morros, barras e recifes, localizada entre o Rio dos Patos e o Canal de Taperoá. A área engloba alem das Ilhas de Tinharé(Morro de São Paulo) e Boipeba, diversas outras menores, como a Ilha da Aranha, Coroinha, Matinha e Manguinhos, que fazem parte do arquipélago que constituem o Município de Cairu, cuja sede está fora da APA.

Introdução: A região do litoral sul do Estado da Bahia, especificamente, o Baixo Sul da Região Cacaueira, formado por oito municípios que configuram a microregião homogênea denominada Tabuleiros Costeiros de Valença (MR-152), originou-se da Capitania de Ilhéus e teve sua ocupação iniciada ainda no século XVI (1530 -1534), cuja economia de origem rural, se estabeleceu durante muitas décadas tendo como seus principais elementos representativos a agricultura, o extrativismo vegetal e animal. Denominada mais recentemente de “Costa do Dendê”, “está entre as mais antigas áreas de ocupação e povoamento do Brasil”.

Nas diversas cidades, vilas e povoados que formam esta região, ainda hoje é possível encontrar testemunhos da arquitetura do tempo do Brasil Colônia e resquícios bucólicos de povoados remanescentes de antigos quilombos que relembram o tempo da escravidão como também há varios em Morro de São Paulo. É uma região bastante protegida tanto do ponto de vista cultural como ecológico. Ainda existem cenários praticamente intocados revelando uma deslumbrante beleza natural.

Em seus 5.673km², tendo como ponto de partida a cidade de Valença passando por Cairu, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá, Igrapiuna, Camamu até chegar a Marau, o relevo da região, poucas vezes supera a cota 200, sendo constituídos de tabuleiros, planaltos, planícies costeiras e cursos interiores. Seu litoral é entrecortado por varias baías, enseadas e ilhas. A microregião é atravessada por rios, como o Acarai, Cachoeira Grande, Jequié e Una, alem do Paraguaçu, que formam a Bacia do Recôncavo. O clima é do tipo tropical superúmido e úmido, com temperatura média em torno de 25ºC e precipitação pluviométrica anual entre 1.500mm a 2.000mm, sendo o período mais chuvoso de março a agosto. Trata-se de zona ecológica de transição, outrora coberta pela floresta tropical-úmida, com potencial agro climático variando de bom a ótimo. Seus numerosos estuários são cobertos de extensos manguezais.

Do ponto de vista da infra-estrutura viária de suporte ao desenvolvimento regional destacam-se a BR-324, BR-101, BA-245, BA-001, BA-542, BA-650 e os acessos locais, especificamente ao Morro de São Paulo, alem de embarcações do tipo Catamarã direto de Salvador, com percurso em torno de uma hora e meia. no Morro de São Paulo existem três pistas de pouso para pequenas aeronaves, com tempo de vôo em torno de vinte minutos, atraindo para essa região novas possibilidades de negócios e potencializando o desenvolvimento das cidades e pequenas aglomerações urbanas distribuídas ao longo do seu extenso litoral e áreas do interior. Nesta região existem algumas peculiaridades de acesso, tendo em vista a superfície do seu território, cuja grande parte é formada por ilhas onde inexiste a circulação de carros e, portanto, o sistema hidroviário aparece com relevante importância para o desenvolvimento local. Especificamente, destaca-se o Canal de Taperoá como elemento dinamizador das ilhas de Tinharé e Boipeba.

Segundo os especialistas em planejamento econômico, “o setor em que se delineia mais fortemente a nova economia bahiana é o turismo. E aqui os dados da EMBRATUR demonstram que a Bahia já é o segundo pólo turístico do País: em 2003, o numero de turistas estrangeiros que visitaram a Bahia foi da ordem de 22% do total, percentual praticamente igual dos que visitaram São Paulo, fazendo turismo de negócios...”. Alem das previsões do setor econômico, a Bahia se caracteriza como forte concorrente internacional pelas suas peculiaridades e diferenças perante aos tradicionais destinos turísticos do resto do mundo. Segundo informações oficiais dois fatores básicos foram identificados favoravelmente a consolidação da Bahia como destino turístico internacional:
“A saturação de destinos tradicionais que, apesar de apresentarem características de turismo de alto consumo, com ênfase na estrutura de serviços, pouco tem a oferecer em termos de produtos diferenciados, onde os aspectos da natureza, cultura e aventura são escassos, portanto, uma demanda por novos e diferenciados produtos competitivos em qualidade e preço; O sol, praia, exotismo e cultura popular como atrativo, que despertam maior interesse dos turistas originários de países desenvolvidos. Alem desses dois itens em destaque, cresce também o interesse por um novo tipo de turismo, um segmento que procura roteiros de aventura e contato com a natureza intocada – o turismo de aventura e o eco-turismo”.
Recheada desses atributos e potencialidades, a faixa litorânea da região do Litoral Sul do Estão que abriga a Zona Turística da Costa do Dendê é considerado pelos agentes oficiais como “uma das mais fortes opções para visitação turística da Bahia”. Tal é a magnitude do ecossistema local que, nesta Costa estão inseridas quatro APA’s (Área de Proteção Ambiental), Guaibim em Valença, Tinharé, sendo a ilha em que se situa o Morro de São Paulo e Boipeba (estadual) em Cairu. E duas em Maraú (estadual e municipal) e uma RPPN (reserva particular do patrimônio natural), localizada na fazenda Água Branca em Valença, ou seja, áreas que apresentam um quadro ambiental em estado de preservação de preservação significativo.



 APA - Área de Proteção Ambiental Tinharé - Boipeba
 
A Área de Proteção Ambiental de Morro de São Paulo:

Plano da APA Tinharé Boipeba onde se situa Morro de São Paulo    

A APA das ilhas de Tinharé e Boipeba, onde se situa Morro de São Paulo foi criada em 05 de junho de 1992, através do Decreto Estadual nº 1.240. Em 19 de junho de 1998, a Resolução CEPRAM nº 1.692 aprovou seu Plano de Maneja e Zoneamento Ecológico-Econômico.
Do ponto de vista conceitual a APA – Área de Proteção Ambiental – é uma categoria de manejo estabelecida pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, nos artigos 14, inciso 1 e 15 do parágrafo 1º ao 5º, cujas principais finalidades estão relacionadas a possibilidade de usos múltiplos condicionados a proteção de atributos naturais.


“A Área de Proteção Ambiental é em geral extensa, com certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos e culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas, e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais”.


Portanto, a APA é a única unidade de conservação em que se coincidem os interesses econômicos e ambientais.

A APA esta enquadrada como uma Unidade de Conservação de Uso Sustentável, cujo objetivo básico, estabelecido pelo SNUC, no art. II parágrafo 1º, “e compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais”. É importante observar o termo parcela adotado no conceito de unidade de conservação de uso sustentável, que indica claramente a possibilidade de uso da área para o desenvolvimento de necessidades humanas. Ou seja, se por um lado o objetivo primário de uma APA consiste em proteger paisagens e belezas cênicas, os recursos hídricos, as espécies endêmicas ou ameaçadas de extinção. Preservar recursos de flora e fauna e proteger sítios naturais, propiciar recreação, por outro, procura estimular o desenvolvimento regional, configurando-se como uma categoria de manejo diferenciada de outras de caráter predador. “A APA destaca-se das demais unidades de preservação por ter como objetivo a experimentação de formas concretas de desenvolvimento sócio-econômico, em harmonia com os preceitos ecológicos e as normas de preservação ambiental. Em suma, o processo de gestão direcionado pela criação de um espaço ideal para as práticas de Desenvolvimento Sustentado”.
Portanto, “o que uma APA, enquanto força de lei, espera dos investimentos, é que estes se realizem condicionados a capacidade de suporte dos recursos e a uma dimensão social, isto é, que levem em consideração as expectativas de vida das populações tradicionais. Nesta dinâmica modificadora, da qual resultarão novos ‘meio ambientes’, terá um papel essencial o poder público local”, assim, como os empreendedores que irão desenvolver seus projetos na região. Uma APA pode ser de propriedade privada, privada e pública e eventualmente pública. No Estado da Bahia existem 28 APAs estaduais que cobrem uma superfície terrestre na ordem de 3.069.787há, equivalentes a 5,41% do território da Bahia.

Costa do Dendé - APA Tinahré Boipeba

Os pontos fortes da APA das Ilhas de Tinharé e Boipeba constituem-se nas unidades ambientais com grande valor ecológico e alto grau de biodiversidade, a boa qualidade ambiental dos ecossistemas, as tradições culturais, assim como, a própria diferenciação da paisagem local que a torna um dos componentes de produtos turísticos diferenciados. Confirmando todas as previsões dos especialistas, o turismo aparece nesta APA como a principal vocação de desenvolvimento local e como incentivador de novas oportunidades, colocando este setor como um dos principais modeladores do espaço regional.
Do ponto de vista econômico regional, o modelo adotado pela APA das Ilhas de Tinharé e Boipeba coincide com a estratégia de desenvolvimento montada pelos especialistas governamentais. “A situação começa a mudar a partir da década de 90 com a implantação de uma estratégia de desenvolvimento pró-ativa, que teve como eixos a atração de empresas industriais produtoras de bens finais, a modernização e ampliação da agroindústria e o desenvolvimento acelerado do setor turístico e das atividades ligadas aos serviços de lazer”. Esse planejamento estratégico formulado pelo Estado se traduz claramente na região do Litoral Sul, especificamente em sua área litorânea, abrindo-se um novo caminho a ser desbravado pelos ecossistemas altamente diversificados, exuberante recursos paisagísticos que se constituem como potenciais características para o desenvolvimento de atividades do setor turístico residencial e de serviços de apoio, principalmente na sua zona costeira com as praias, a mais cobiçada pelos investidores.
Ao lado da estratégia econômica, tentava-se naquele momento, através de estudos e projetos oficiais, criar e divulgar o novo conceito de ocupação do solo voltado para a sustentabilidade ambiental, social e econômica, cuja atividade principal se constituía na implantação de grandes projetos turísticos e imobiliários com características e modelos de ocupação baseados na conservação ecológica. Essa mudança de paradigmas também despertava no setor imobiliário e turístico, a possibilidade do surgimento de novos negócios incorporando o ambiente como uma das variáveis importantes no calculo do valor de comercialização dos seus empreendimentos.
No entanto, apesar de toda a estratégia governamental, voltada para o setor turístico, pouco existe explicitamente exemplificado no Plano de Manejo a respeito da pratica das ações, programas e projetos que deveriam ser incrementados para o seu desenvolvimento. Se no momento da elaboração do Plano de Manejo o objetivo primário foi o de conhecer e montar um vasto diagnóstico (até então inexistente) sobre a região, hoje, passados mais de dez anos da sua regulamentação a estratégia turística deverá ser cuidadosamente repensada. No entanto, este fato não se constitui em uma particularidade da Bahia. Também em outras APA’s e em outros Estados, como é o caso de São Paulo, podem-se encontrar exemplos semelhantes desse planejamento setorial e desintegrado que naturalmente ocorreu no inicio do processo de implantação de uma Política Ambiental Nacional que estava se instalando no País.





O Clima de Morro de São Paulo e suas redondesas
 
Aspectos climatológicos sobre Morro de São Paulo

A analise do clima de um dado espaço terrestre, como por exemplo do clima em Morro de São Paulo, refere-se a investigação da área de estudo, bem como do seu entorno, as propriedades climáticas do local e as variações no tempo e no espaço.

Para se referir sobre o clima de um lugar é fundamental que se considere sua localização dentro de uma escala regional. Pois, as condições climáticas de uma região constituem-se uma resposta natural dos fenômenos gerados na interface dos subsistemas oceano-atmosfera, a orografia, a distribuição dos continentes, das águas e da latitude (Santos, 2004).
O nordeste tem em comum com o resto do País uma das conotações da tropicalidade, qual seja a inexistência de estações térmicas bem marcadas no ritmo climático anual.

Se adotarmos a sistemática de Koppen, todos os climas do Brasil são da ordem daqueles que fundamentalmente se diversificam pela distribuição anual das precipitações; (...). Ainda em conseqüência da latitude, as medias térmicas mensais são superiores a 20º C durante todo o ano, salvo umas poucas exceções localmente regidas pela combinação de modestos efeitos da altitude e da exposição às massas de ar advectivo. Como em toda a zona intertropical, o balanço térmico anual é positivo (...). Calcula-se que a insolação média é de 2800 horas por ano no nordeste (Andrade & Lins, 1998) Devido a ausência de estações meteorológicas na localidade de Morro de São Paulo, utiliza-se como referencia os dados das estações meteorológicas de Valença e Camamu na APA das Ilhas de Tinharé e Boipeba – (CONDER, 1998); e as condições climáticas são referentes, mais especificamente, às localidade de Valença.

Os dados climatológicos permitem situar a área de analise, segundo método de Koppen, numa faixa de transição entre os climas tipo AW e AF, isto é, climas úmidos e quentes. A região eventualmente registra estações secas acentuadas. Os fatores climáticos dinamizam as transformações do modelado da localidade do empreendimento, destacadamente através da concentração da água meteórica em superfície e sub-superfície, sendo facilmente evidenciado pela erosão laminar e em sulcos no terreno.

Num local especial de Morro de São Paulo observa-se a ocorrência desses processos na estrada que leva até a pista de pouso da Aero Star. Destarte, o clima tropical úmido com períodos de chuvas torrenciais, a grande incidência de ventos e a elevada fragilidade dos solos tornam a área susceptível a processos erosivos, os quais são equilibrados pela presença da vegetação.




O Solo de Morro de São Paulo
 

As ilhas de Tinharé e Boipeba estão inseridas em um arquipélago estuarino que compreende centenas de ilhas. A localidade do povoado de Morro de São Paulo está inserida no domínio da Ilha de Tinharé, é constituída segundo CONDER (1998), em síntese, de depósitos quaternários acumulados sobre substrato mesozóico constituído pelos sedimentos da bacia de Camamu. Segundo o documento supracitado, essa bacia é do tipo poligenético – vários ciclos tectonosedimentares – diferentemente da bacia do Recôncavo.

Sobre os sedimentos prérift que compõem o Grupo Brotas, estabeleceu-se um ciclo inicial consistindo em um sistema deposicional flúvio-deltáico-lacustre, seguindo-se na Bacia de Camamu um ciclo sedimentar de ambiente transacional com evaporitos (formação Taipu Mirim) e um ciclo com sedimentos marinhos de plataforma continental (formação Algodões).

No trecho do litoral de Tinharé, onde se situam as Praias de Morro de São Paulo, “distingue-se duas grandes unidades: Baixada Litorânea e Planícies Marinhas e fluvio-marinha. A primeira esta incluída no Domínio das Bacias e Coberturas Sedimentares, enquanto a segunda pertence a Região das Planícies Litorâneas, Domínio dos Depósitos Sedimentares” (CONDER, 1998 apud PROJETO RADAMBRASIL, 1981).

A Baixada Litorânea consiste em relevos modelados em rochas sedimentares mesozóicas, bordejadas ou aureoladas pelas diversas formas de acumulação da unidade quaternária – Planícies Marinhas e Fluvio-Marinha. Esta ultima possui grande variedade de feições, ou subunidades, com desenvolvimento até os dias atuais. Tendo papel determinante na ocupação do solo, onde os processos geológicos e antrópicos têm forte interação. Nela, são encontradas entre outras feições: dunas, praias, recifes, baixios, cordões litorâneos (restingas), terraços e mangues.

A área da Quarta Praia de Morro de São Paulo está inserida nas subunidades geológico geomorfológicas da Planície Marinha e fluvio-marinha denominada Dunas Pleistocênicas e uma menor extensão em áreas de Terraços Marinhos – Holoceno. A caracterização das referidas subunidades, respectivamente, consiste em areias finas esbranquiçadas, localmente com seixos e grânulos esparsamente distribuídos; e, em areias finas e grossas, com estratificação plano-paralelas de baixo ângulo, lineamentos em geral fortes e finamente espaçados (Cartograma Geomorfologia – Geologia).

Em expressiva faixa do litoral de Morro de São Paulo as Dunas Fixas Pleistocênicas recobrem superficialmente e indistintamente as unidades litológicas mesozóicas e terciárias, em relevo medianamente dissecado, destaca-se a ocorrência de areias eólicas com grãos subarredondados, tendo como área fonte, em grande parte, a própria Formação Sergi, que teria sido trabalhada. Essas areias aparentemente não constituem dunas típicas ou desenvolvidas, pois não apresentam estruturas e estratificação características (Op. Cit.).

O Estirâncio e Pós-Praia Holoceno são considerados a parte externa do ultimo cordão litorâneo holocênico, sendo deste separado, uma vez que, tem forte influencia marinha, principalmente no estirâncio, apresentando como conseqüência implicações importantes para ocupação racional da área. São ocupados por areias finas, esbranquiçadas, quatzosas, localmente com dominância de bioclastos e lama carbonática.

Nas ilhas de Tinharé e Boipeba as praias são estreitas, com pós-praia pouco expressiva. São desenvolvidas as cotas de até 3,00m, em trechos onde os recifes são interrompidos, como em Bainema, Cueira, Garapuá, se associando aos recifes. Apenas a praia do Pontal tem grande extensão, com mar aberto, indo desde a altura de Garapuá ate a barra do Rio Grande, cerca de oito quilômetros a sul. Essas praias, que raramente apresentam vegetação pioneira, quando se encontram entre recifes se compõem quase que exclusivamente de bioclastos e lama carbonática (micrita). As águas são extremamente límpidas, ideais para o crescimento de corais.




Geologia e Geomorfia de Morro de São Paulo
 

Geomorfologia e Geologia:

Nas colinas predominam a arenito amarelo, muito fina a fina, muito friável, argiloso com raríssimos afloramentos de arenito vermelho com manchas acinzentadas e estratificação cruzada.

Os Baixios Costeiros e Recifes Marinhos – A parte emersa dessa unidade carbonática apresenta superfície irregular a cotas Holoceno e ocorrem ao longo de todo o litoral marinho, em faixa localmente interrompida pelas praias de até 0.15m no período de maré alta ou, em torno de 2,6m, acima da maré baixa. Os baixios, sempre submersos, estendem-se em faixas descontinuas frontais aos recifes, indicando controle por flutuações do nível médio do mar.

Os recifes são encontrados fixados em blocos laterizados e silificados, destacados do substrato terciário- mesozóico. No seu topo, são encontrados espécies de corais e de algas coralíferas mortas.

O setor da zona costeira baiana onde esta inserida a localidade em estudo, refere-se a área de Terraços Marinhos, composta por areias finas e grossas. Estando sobreposto por uma camada de vegetação dominante do tipo arbórea de médio porte, arbustiva diversificada (restingas), coqueirais associados a cultura de frutos tropicais. Observa-se na área imediata ao empreendimento, bem como no seu entorno, a ocorrência de intervenções sociais negativa, representada por: retirada da cobertura vegetal em área protegida por lei, a exemplo de áreas de nascentes.

Também na faixa litorânea, a subunidade de Baixios Costeiros e Recifes de corais e algas coralinas apresentam-se localmente bastante degradada possivelmente devido aos problemas de poluição marinha produzida por fontes distantes, da área em questão, transferidas pelas águas marinhas. Recentemente, houve um derrame de óleo bruto nas praias do Morro de São Paulo, produzido por petroleiros que, fazem a limpeza dos seus tanques em alto mar, sendo necessária a intervenção da Petrobras, com equipes e equipamentos específicos, juntamente com a população local, para realizar o trabalho de limpeza e despoluição local. O que causou prejuízos ao meio ambiente e mortalidade de crustáceos.

No que tange aos aspectos morfológicos, o modelado apresenta extrema fragilidade, principalmente, em alguns setores mais rebaixados do terreno, especificamente, as áreas de nascentes, bem como na faixa praial, pois qualquer intervenção social desorientada repercutirá no equilíbrio dinâmico, modificando a morfologia e podendo possivelmente produzir desajustes no sistema ambiental.

Devido a morfologia do terreno á aconselhável a ocupação dos setores topograficamente menos elevadas, ou seja, as áreas relativamente planas com topos e cotas em geral abaixo de 10m e áreas com declividades menos acentuadas. Todavia, a partir da orientação e controle técnico adequado respeitando a definição das zonas de uso deste diagnóstico, será possível a instalação de infra-estrutura necessária para o desenvolvimento do projeto proposto.

A localidade da 4ª praia especializando, na “praia do encanto”, no domínio do povoado de Morro de São Paulo da Ilha de Tinharé, segundo CONDER (1998) foi subdividida em dois grandes agrupamentos de solos, representados pelos “Solos das Terras Altas”, com tabuleiros e colinas antigas e, “Solos das Planícies Costeiras”, de idades mais recentes.

As áreas onde as terras não apresentam evolução pedogenética, não sendo consideradas como solos, foram mapeadas como “Tipos de Terreno”. Correspondem aos “Baixios Costeiros e Recifes Marinhos”, “Estirâncio e Pós- Praia” que representam além de uma beleza natural, um importante ambiente de reprodução da biota.



Baixios Costeiros e Recifes de Morro de São Paulo
Corais no mar de Morro de São Paulo    

Formações litorâneas que aparecem junto a costa, margeando a maior parte da ilha de Morro de São Paulo. São formados a partir de deposições de sedimentos de granulometria geralmente arenosa, com influencia principalmente de água salgada. Os recifes são do tipo “franja”, isto é, estão presos diretamente à costa, formados pela acumulação de corais e algas.


Estirâncio e Pós-Praia de Morro de São Paulo
 

Ocorrem em estrita faixa litorânea localizada a este da ilha de Morro de São Paulo. São formados por materiais arenoquartzosos e arenobioclásticos, de cores esbranquiçadas e acinzentadas que se apresentam despidos de cobertura vegetal.

A APA de Tinharé / Boipeba é constituída por rochas sedimentares com relevo de plano a suave ondulado e forte ondulado; as idades geológicas estão entre o Jurássico ao Holoceno. Esta estrutura juntamente com o clima propiciou a instalação de uma rede hidrográfica bastante densa e predominantemente superior a 2.000mm/ano, e sofre influencia direta do oceano e das marés.

Quanto as águas superficiais está inserida na Bacia Hidrográfica do Recôncavo Sul, segundo enquadramento da Superintendência de Recursos Hídricos da Bahia, hoje SEMARH. Enquanto que por se encontrar em um modelado morfológico e uma litologia (areias pouco consolidadas) que favorece a infiltração de água para o subsolo possuem aqüíferos sedimentares de importância variada em seu território.

De uma maneira geral, as águas desse aqüífero podem ser utilizadas para abastecimento humano e para a irrigação, excetuando-se o caso de poluição e ou contaminação localizada devido a atividades antropogênicas. Quanto a sua balneabilidade as águas foram classificadas como satisfatórias (Op. Cit.).

As localidades na ilha são abastecidas segundo CONDER (1998) pelos rios e riachos além de cacimbas e fontes. A exploração da água é relativamente fácil (basta perfurar um poço ou cacimba para obter água subterrânea de boa qualidade), mas é necessário cuidado com a contaminação dos mananciais a partir das fossas e lixeira.

Seria conveniente monitorar os recursos hídricos da área verificando índices mais atualizados de qualidade, assim como, seu potencial em relação a população flutuante que vem aumentando nos últimos anos. Ressalta-se concomitantemente, a importância de promover cursos de educação ambiental para os moradores do local, para que estes possam de maneira mais consciente gerenciar:

    A proteção dos recursos superficiais subterrâneos e oceânicos contra a contaminação por resíduos sólidos e efluentes líquidos;
    Os solos contra a contaminação por lixo, o qual pode ser reduzido com a prática da reciclagem;
    As atividades turísticas e seus possíveis impactos que possam desequilibrar o atual sistema ambiental; dentre outros.

Portanto as atividades sociais devem respeitar as condições do meio para que a primeira torne-se sustentável.

Fonte: Plano de manejo da área de proteção ambiental – Morro de São Paulo

O Diagnóstico Ambiental da APA destaca que as formações vegetais encontradas na área de influencia direta e indireta da APA Tinharé e Boipeba são Manguezais, Restingas, Mata Ombrófila Densa e Ecossistemas Marinhos.


A Restinga

A vegetação de restinga é o conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. Os solos extremamente arenosos não conseguem reter água e nutrientes em grande quantidade. Para sobreviver, as plantas desenvolveram mecanismos de obtenção de água – com sistemas de raízes superficiais extensos e de nutrientes, retirados da atmosfera (Neiman, 1989). 

http://www.semarh.ba.gov.br/conteudo.aspx?s=APATINHA&p=APAAPA

                    O Meio Ambiente de Morro de São Paulo e suas redondesas

Caracterização ambiental da região Morro de São Paulo e entorno:

A APA – Tinharé e Boipeba onde está situado Morro de São Paulo possui unidades ambientais com grande valor ecológico e alto grau de biodiversidade, boa qualidade ambiental dos ecossistemas e forte tradição cultural. Esta situada no litoral sul da Bahia, região conhecida como “Costa do Dendê”, numa região estuarina complexa, formada por pequenos canais e ilhotas, alem de compor um sistema típico do litoral brasileiro, é recortada por morros, barras e recifes, localizada entre o Rio dos Patos e o Canal de Taperoá. A área engloba alem das Ilhas de Tinharé(Morro de São Paulo) e Boipeba, diversas outras menores, como a Ilha da Aranha, Coroinha, Matinha e Manguinhos, que fazem parte do arquipélago que constituem o Município de Cairu, cuja sede está fora da APA.

Introdução: A região do litoral sul do Estado da Bahia, especificamente, o Baixo Sul da Região Cacaueira, formado por oito municípios que configuram a microregião homogênea denominada Tabuleiros Costeiros de Valença (MR-152), originou-se da Capitania de Ilhéus e teve sua ocupação iniciada ainda no século XVI (1530 -1534), cuja economia de origem rural, se estabeleceu durante muitas décadas tendo como seus principais elementos representativos a agricultura, o extrativismo vegetal e animal. Denominada mais recentemente de “Costa do Dendê”, “está entre as mais antigas áreas de ocupação e povoamento do Brasil”.

Nas diversas cidades, vilas e povoados que formam esta região, ainda hoje é possível encontrar testemunhos da arquitetura do tempo do Brasil Colônia e resquícios bucólicos de povoados remanescentes de antigos quilombos que relembram o tempo da escravidão como também há varios em Morro de São Paulo. É uma região bastante protegida tanto do ponto de vista cultural como ecológico. Ainda existem cenários praticamente intocados revelando uma deslumbrante beleza natural.

Em seus 5.673km², tendo como ponto de partida a cidade de Valença passando por Cairu, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá, Igrapiuna, Camamu até chegar a Marau, o relevo da região, poucas vezes supera a cota 200, sendo constituídos de tabuleiros, planaltos, planícies costeiras e cursos interiores. Seu litoral é entrecortado por varias baías, enseadas e ilhas. A microregião é atravessada por rios, como o Acarai, Cachoeira Grande, Jequié e Una, alem do Paraguaçu, que formam a Bacia do Recôncavo. O clima é do tipo tropical superúmido e úmido, com temperatura média em torno de 25ºC e precipitação pluviométrica anual entre 1.500mm a 2.000mm, sendo o período mais chuvoso de março a agosto. Trata-se de zona ecológica de transição, outrora coberta pela floresta tropical-úmida, com potencial agro climático variando de bom a ótimo. Seus numerosos estuários são cobertos de extensos manguezais.

Do ponto de vista da infra-estrutura viária de suporte ao desenvolvimento regional destacam-se a BR-324, BR-101, BA-245, BA-001, BA-542, BA-650 e os acessos locais, especificamente ao Morro de São Paulo, alem de embarcações do tipo Catamarã direto de Salvador, com percurso em torno de uma hora e meia. no Morro de São Paulo existem três pistas de pouso para pequenas aeronaves, com tempo de vôo em torno de vinte minutos, atraindo para essa região novas possibilidades de negócios e potencializando o desenvolvimento das cidades e pequenas aglomerações urbanas distribuídas ao longo do seu extenso litoral e áreas do interior. Nesta região existem algumas peculiaridades de acesso, tendo em vista a superfície do seu território, cuja grande parte é formada por ilhas onde inexiste a circulação de carros e, portanto, o sistema hidroviário aparece com relevante importância para o desenvolvimento local. Especificamente, destaca-se o Canal de Taperoá como elemento dinamizador das ilhas de Tinharé e Boipeba.

Segundo os especialistas em planejamento econômico, “o setor em que se delineia mais fortemente a nova economia bahiana é o turismo. E aqui os dados da EMBRATUR demonstram que a Bahia já é o segundo pólo turístico do País: em 2003, o numero de turistas estrangeiros que visitaram a Bahia foi da ordem de 22% do total, percentual praticamente igual dos que visitaram São Paulo, fazendo turismo de negócios...”. Alem das previsões do setor econômico, a Bahia se caracteriza como forte concorrente internacional pelas suas peculiaridades e diferenças perante aos tradicionais destinos turísticos do resto do mundo. Segundo informações oficiais dois fatores básicos foram identificados favoravelmente a consolidação da Bahia como destino turístico internacional:
“A saturação de destinos tradicionais que, apesar de apresentarem características de turismo de alto consumo, com ênfase na estrutura de serviços, pouco tem a oferecer em termos de produtos diferenciados, onde os aspectos da natureza, cultura e aventura são escassos, portanto, uma demanda por novos e diferenciados produtos competitivos em qualidade e preço; O sol, praia, exotismo e cultura popular como atrativo, que despertam maior interesse dos turistas originários de países desenvolvidos. Alem desses dois itens em destaque, cresce também o interesse por um novo tipo de turismo, um segmento que procura roteiros de aventura e contato com a natureza intocada – o turismo de aventura e o eco-turismo”.
Recheada desses atributos e potencialidades, a faixa litorânea da região do Litoral Sul do Estão que abriga a Zona Turística da Costa do Dendê é considerado pelos agentes oficiais como “uma das mais fortes opções para visitação turística da Bahia”. Tal é a magnitude do ecossistema local que, nesta Costa estão inseridas quatro APA’s (Área de Proteção Ambiental), Guaibim em Valença, Tinharé, sendo a ilha em que se situa o Morro de São Paulo e Boipeba (estadual) em Cairu. E duas em Maraú (estadual e municipal) e uma RPPN (reserva particular do patrimônio natural), localizada na fazenda Água Branca em Valença, ou seja, áreas que apresentam um quadro ambiental em estado de preservação de preservação significativo.

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