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Turismo em Morro de São Paulo, Bahia Brasil O Que Fazer - Baleia Jubarte
O Que Fazer

Baleia Jubarte

Observação de Baleias

Todo ano as baleias jubarte deixam as gélidas águas próximas ao continente antártico em busca de águas mais quentes e tranqüilas, o que encontram no litoral do nordeste brasileiro.

Pode-se inclusive dizer que essas baleias são baianas, afinal, não apenas nascem na Bahia, como também são concebidas aqui.

Essas baleias são do grupo que não tem dentes, e sim grandes barbatanas, com as quais filtram pequenos camarões para se alimentar, coisa que só fazem no verão, perto da Antártica. Quando as baleias jubarte estão no litoral bahiano, é possível se aproximar delas - seguindo uma série de cuidados - e observar alguns de seus hábitos. É comum encontrar mães com seu filhote em águas rasas, relativamente perto da costa.

A Rota Tropical, em parceria com o Instituto Baleia Jubarte, está desenvolvendo nos meses de Agosto e Setembro, e até o início de Outubro, o passeio de observação de baleias em Morro de São Paulo.

A iniciativa, além de ser um passeio muito interessante, é também uma forma de colaborar com a preservação das baleias jubarte - parte do valor do passeio é revertido para o Instituto Baleia Jubarte, e biólogos constumam acompanhar as saídas dos passeios para coletar dados científicos.

Informe-se sobre as saídas. Você pode desde já reservar seu lugar nesse espetáculo!

 

O turismo é considerado por vários órgãos de pesquisa como um dos ramos de atividade que mais cresce no mundo, calculando-se que mais de 180 milhões de pessoas vivem direta ou indiretamente desta atividade, movimentando em todo o mundo trilhões de dólares anualmente. E em vista de atrair interessados em várias áreas distintas, o turismo acabou dividindo-se em segmentos como: turismo cultural, turismo religioso, turismo esportivo, turismo infantil, turismo da terceira idade, turismo gastronômico, turismo rural e o turismo ecológico ou ecoturismo.
         Esta ultima modalidade tornou-se uma das que mais vem se desenvolvendo nos últimos anos, principalmente em países chamados emergente como o Brasil, por possuírem ainda muitas áreas naturais. O ecoturismo subdivide-se em várias modalidades, mas dentre elas, o turismo de observação merece destaque por ser uma das formas emergentes atuais que mais tem chamado a atenção dos naturalistas e ecologistas, pois sua prática envolve muitos fatores importantes para a preservação e estudos da ecologia. Pois vejamos.
        O turismo de observação é o segmento do ecoturismo onde o ecoturista vai para alguma área natural e passa a observar sua beleza, contemplando-a, ou especificamente algum ou alguns de seus elementos como as aves os mamíferos, como por exemplo as baleias. Esta forma de ecoturismo praticamente originou-se do chamado "safári fotográfico", o qual iniciou-se por volta dos anos sessenta e é ainda muito comum, notadamente no continente africano onde a mastofauna permite melhores registros fotográficos. Todavia um dos fatores principais que propicia o desenvolvimento do turismo de observação, sem sombra de dúvidas é o aumento da conscientização ecológica com a conseqüente preservação de áreas naturais, propiciando campo e oportunidades para este tipo de atividade.
        As formas que mais vêm emergindo são a observação de aves (birdwatching ou birding), a observação de baleias e golfinhos (whale watching) e a observação de paisagens. Todas são meios muito interessantes de lazer e entretenimento. A observação de aves é mais antiga e mais difundida, sendo muito desenvolvida nos EUA, Inglaterra, Alemanha, Espanha e Japão, calculando-se que existam cerca de 80 milhões de "birdwatchers" pelo mundo. O que representa um enorme potencial econômico, se considerarmos que os praticantes pertencem na sua grande maioria a países desenvolvidos e conseqüentemente com poder aquisitivo para viagens internacionais.
 
        Já a observação de baleias é uma forma que está em franco crescimento inclusive no Brasil, bastando ver que aumentam a cada ano os pacotes especiais para este tipo de ecoturismo endereçados ao litoral de Santa Catarina e na região de Abrolhos na Bahia, onde no final do inverno e início da primavera grupos de baleias franca e jubarte respectivamente vêem procriar, dando um espetáculo impressionante e imperdível aos amantes da natureza. Aliás, em vários locais do mundo pratica-se o "whale watching", calculando-se que são mais de 40 milhões de "observadores de baleias" o que tem gerado muitas divisas. Por sua vez, a observação de paisagens está surgindo com o aumento da sensibilidade ambiental e o aumento da degradação, o que tem tornado escassos os locais de beleza cênica natural.
        O turismo de observação traz muitas vantagens (vide exemplos relacionados no item seguinte).
        Portanto, o emergente turismo de observação deve merecer a atenção dos órgãos encarregados do turismo, bem como da imprensa, dos empresários, biólogos, ecólogos, naturalistas etc., principalmente em regiões ricas em áreas naturais, pois representa uma forma de desenvolvimento turístico, sócio-econômico e ecológico muito importante e salutar para que possamos ter um meio ambiente ecologicamente e equilibrado, o que aliás é direito de todos (art.225 da Constituição Federal).

      Vantagens do ecoturismo de observação:
        - Mínimo impacto ambiental
        - Caráter educativo
        - Não há limitação de faixa etária
        - Proporciona renda para locais remotos ou de pouca atividade comercial tradicional
        - Emprega a massa rural dando oportunidade de desenvolvimento pessoal
        - Incentiva a indústria hoteleira e turística
        - Dá emprego a novas atividades como guias, ecólogos, educadores etc
        - Colabora com os princípios do desenvolvimento sustentável preconizado pela Agenda 21

 

 

 

 

 

 Você já se imaginou a cerca de cem metros dos maiores mamíferos da Terra? Uma modalidade que está crescendo muito na América Latina pode ser praticada no litoral brasileiro: o whalewatching ou, em português, observação de baleia.  Durante o segundo semestre do ano, a costa brasileira hospeda duas espécies que utilizam as águas calmas dos mares para se reproduzir: a baleia-franca-austral (Eubalaena australis) e a baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae). Esta é uma ótima oportunidade para se praticar a observação das espécies.

De acordo com o presidente da Coalizão Internacional da Vida Silvestre (IWC/Brasil) – entidade mantenedora do Projeto Baleia Franca – José Truda Palazzo Jr., o “whalewatching é nada mais do que a observação desses animais com finalidade de lazer e educação ambiental”.

O número de exemplares presentes na costa brasileira neste período é relativamente grande, facilitando sua visualização. Entretanto, há pontos específicos onde o número de baleias é maior. De acordo com Instituto Baleia Jubarte, a estimativa populacional da espécie jubarte é de 6.251 animais na costa brasileira, do Rio Grande do Norte até São Paulo. Deste total, 84% está concentrado no Banco de Abrolhos, na Bahia, sendo esta a principal área de reprodução da espécie no Atlântico Sul Ocidental.

Já a baleia-franca-austral ocorre em número menor. A bióloga Karina Groch, coordenadora do Projeto Baleia Franca, explica que a população que visita o Brasil é composta de cerca de 500 indivíduos. "Porém, em função do ciclo reprodutivo, elas não freqüentam a costa brasileira necessariamente todos os anos, mas a cada três anos. Ou seja: pode-se dizer que esses 500 indivíduos se dividem em três grupos (de tamanho não igual), cada um freqüentando a costa brasileira a cada três anos. As baleias que estão aqui este ano são potencialmente as mesmas que vieram em 2005, e teoricamente só retornarão em 2011”, diz Karina.

A baleia-franca-austral ocorre entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, principalmente na Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, que ocupa parte do litoral sul do estado de Santa Catarina. A temporada reprodutiva da espécie no Brasil é de julho a novembro, mas o melhor período para observação é entre a segunda quinzena de agosto e primeira quinzena de outubro, quando um maior número de indivíduos costuma estar na região da APA da Baleia Franca, permanecendo por vários dias nas enseadas. 

O interesse pela prática de observação de aves está crescendo no Brasil e na América Latina. Segundo o relatório da Whale and Dolphin Conservation Society, “Estado do Avistamento de Cetáceos na América Latina”, a América Latina receberá mais de um milhão de pessoas interessadas em avistar cetáceos este ano, o que mostra o potencial crescimento dessa atividade. Ainda de acordo com o relatório, o Brasil está em segundo lugar entre os países com maior número de observadores de cetáceos, perdendo apenas para a Argentina.

Benefícios para conservação
Para a turismóloga Sandra Ferreira, que atua no Projeto Baleia Jubarte, a observação de baleias “ajuda a preservar as espécies em seu hábitat, pois diferente da caça, o turismo de observação de baleias, se conduzido dentro da lei, não obriga os animais a abandonar sua área de reprodução e alimentação”.

O biólogo Sérgio Cipolotti, também do Projeto Baleia Jubarte, ressalta as diferenças nos benefícios trazidos pela caça e pela observação de baleias. “Em vez de resultar na concentração de renda na mão de poucos, como ocorria na caça à baleia, o turismo de observação de baleias resulta na geração de benefícios econômicos para uma extensa parte das comunidades locais nas regiões onde são realizados, operadores turísticos, hotéis, restaurantes, lojas de artesanato, se beneficiam do fluxo turístico, cujo retorno é socialmente mais justo do que se as baleias fossem mortas e apropriadas para gerar lucro de uns poucos industriais”.

Além disso, Truda ressalta que, se bem conduzida, a observação de baleias tem um forte componente educativo, chamando a atenção dos praticantes para a necessidade de se proteger os oceanos.

Para praticar a observação de baleias, é importante operar dentro das normas de aproximação definidas na legislação brasileira. Outros cuidados são importantes, como “ter sempre a bordo uma pessoa capacitada, que conheça bem o ecossistema local e a espécie observada; informar os turistas sobre as regras de aproximação; evitar que os animais interrompam suas atividades de natação, amamentação, reprodução, repouso, etc.”, ensina Sandra Ferreira.

Clique aqui para ler dicas e as normas para observação de baleias.

Conquistas e necessidades de melhorias
Em 1996, o IBAMA criou a Portaria nº 117, alterada pela Portaria nº 24 de 2002, que estabelece normas para observação de baleias em toda a costa brasileira. O objetivo é garantir que a prática do whalewatching não prejudique a espécie e seu ciclo reprodutivo. Isso garantiria a preservação das espécies, assegurando aos futuros visitantes a mesma inesquecível experiência de ver as baleias em seu ambiente natural sem que elas tenham de fugir à sua curiosidade.

“O Brasil desenvolveu ao longo dos últimos anos uma das melhores legislações de regulamentação da atividade, além de ter criado diversas Unidades de Conservação parta proteger o ambiente no qual os cetáceos se inserem e a atividade de observação é desenvolvida”, explica Truda.

Apesar da regulamentação na prática de observação desse animal, Truda explica que há falhas. “A fiscalização ainda é deficiente e, em especial, não há controle de qualidade sobre as informações educativas que são prestadas pelos operadores comerciais. Também precisamos ampliar as áreas marinhas protegidas com ocorrência de cetáceos, para assegurar a continuidade de sua presença em nossas águas”. Sandra Ferreira concorda que ainda há muito a ser melhorado, principalmente no trabalho de informação e fiscalização junto às operadoras de turismo e na criação de unidades de conservação marinhas.

O Brasil poderá ter mais benefícios econômicos, sociais e principalmente ambientais com a observação de baleias e outras espécies se houver um esforço de políticas públicas que promovam o ecoturismo no Brasil de forma ambientalmente correta. “Ainda temos muito que caminhar para que o ecoturismo no país atinja o nível de outros países latinos como Costa Rica, Chile e outros”, finaliza Truda.

Apoio a pesquisas
A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, por meio de seu Programa de Incentivo à Conservação da Natureza, já apoiou projetos que estudam essas espécies de baleia em seu período migratório de reprodução, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no caso da baleia-franca-austral; e no Arquipélago de Abrolhos, no caso da baleia-jubarte.

O Instituto Baleia Jubarte acredita no turismo de observação de baleias (whalewatching) como uma excelente ferramenta de sensibilização da opinião pública contra o retorno da caça comercial de baleias e para a geração de benefícios econômicos, ambientais e culturais para as comunidades situadas nos locais de desenvolvimento da atividade. Desta forma, o IBJ vem incentivando e monitorando o turismo de observação de baleias jubarte iniciado em 2001 no litoral norte da Bahia. No extremo sul do estado, o turismo inicialmente voltado para o mergulho no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos - onde o encontro com as baleias representava apenas uma agradável surpresa durante o percurso - aos poucos também vem se transformando, tendo na baleia a protagonista de muitos passeios. Os principais objetivos do Instituto Baleia Jubarte nesta atividade são incentivar e potencializar o turismo responsável ligado diretamente à conservação da espécie em seu ambiente natural, oportunizando ainda a obtenção de dados científicos importantes sobre a biologia e comportamento destes cetáceos. No Brasil, o turismo de observação de baleias (whalewatching) é regulamentado pela portaria do IBAMA nº 117/1996 (alterada pela portaria n° 24/2002), que estabelece normas para prevenir e coibir o molestamento intencional de cetáceos em águas jurisdicionais brasileiras. O cumprimento desta regulamentação é fundamental para garantir aos futuros visitantes a mesma inesquecível experiência de ver as baleias em seu ambiente natural sem que elas tenham de fugir à sua curiosidade. O trabalho de informação e educação ambiental realizado pelo IBJ em parceria com as operadoras garante o acesso de turistas, guias, tripulação das embarcações e comunidade local a informações sobre a biologia e características da baleia jubarte e de outros cetáceos, rotas migratórias e normas de avistagem, bem como das ações de conservação promovidas pelo Instituto Baleia Jubarte e por outras instituições nacionais e internacionais. O turismo de observação de baleias jubarte no Brasil encontra-se em processo de crescimento e dependerá do estabelecimento de ações conjuntas das ONG’s, sociedade civil e governo para o ordenamento desta operação comercial, minimizando possíveis impactos negativos gerados pelo aumento do tráfego de embarcações e contribuindo para a recuperação populacional e tranqüilidade das jubartes que se reproduzem anualmente em águas baianas e capixabas.

A Convenção Internacional para a Regulamentação da Caça à Baleia (International Convention on the Regulation of Whaling - ICRW), a qual criou, em 1946, a Comissão Internacional da Baleia, identifica, dentre seus objetivos, “salvaguardar para as gerações futuras os grandes recursos naturais representados pelos estoques baleeiros”. A Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar (UNCLOS) dispõe, em seu Artigo 65, que os Estados devem cooperar com vistas a assegurar a conservação, a gestão e o estudo dos cetáceos, através das organizações internacionais apropriadas.

Em 1982, foi adotada pela Comissão Internacional da Baleia uma moratória à caça comercial de baleias, aplicada a partir de 1985. A moratória representou extraordinária vitória dos países conservacionistas e uma aplicação pioneira daquilo que mais tarde viria a ser definido na “Declaração do Rio” como o “princípio da precaução”:

“De modo a proteger o meio ambiente, o princípio da precaução deve ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades. Quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis, a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental”.

A proposta de estabelecimento de um Santuário de Baleias no Atlântico Sul, que o Brasil e a Argentina vêm defendendo no âmbito da CIB, ilustra a aplicação pelo Brasil e por seus aliados do princípio da precaução. O texto da proposta explicita esse compromisso nos seguintes termos: “O estabelecimento de um Santuário no Atlântico Sul para a conservação e a utilização não-letal ótima dos recursos baleeiros está inteiramente de acordo com a aplicação do Princípio da Precaução como este é costumeiramente aceito em foros internacionais. Nesse contexto, e à luz da história da caça comercial da baleia, a qual trouxe sérios, se não irreversíveis, danos às espécies de baleia mais exploradas, o estabelecimento de um Santuário como o proposto: (a) afasta o risco de incerteza científica gerado pela aplicação de quotas calculadas de captura e os seus potenciais efeitos, cumulativos com outros impactos, sobre a recuperação; (b) é claramente uma estratégia de gerenciamento de baixo risco e de bom custo-benefício; e (c) leva em total consideração as necessidades e os valores das comunidades costeiras que atualmente usam recursos baleeiros na região.”

O Brasil favorece a manutenção da moratória frente à continuada incerteza quanto às populações de baleias. Para garantir, a longo prazo, o direito de suas comunidades costeiras ao uso não-letal dos recursos baleeiros, advoga o estabelecimento de áreas isentas de caça à baleia (whaling free zones). Esse conceito está na base da proposta de criação do Santuário do Atlântico Sul (SAWS). A interligação do santuário com o já existente na Antártica, e deste com o proposto pela Austrália e pela Nova Zelândia no Pacífico Sul, possibilitaria a consecução de um hemisfério sul isento de caça à baleia (Whaling Free Southern Hemisphere). Os santuários, como ferramentas de conservação, trazem benefícios para:

(a) a pesquisa científica não-letal;

(b) o desenvolvimento do turismo sustentável de observação de baleias, fonte de criação de empregos e renda. Na América do Sul, Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Equador já praticam o turismo de observação de baleias, um mercado que apresenta um grande potencial de crescimento. Em 2001, o International Fund for Animal Welfare (IFAW) divulgou uma pesquisa sobre o turismo de observação de baleias, a qual contabilizou em 1998, 492 comunidades de 87 países e territórios que praticavam essa atividade, movimentando a cifra anual de mais de US$ 1 bilhão; em 2006, as atividades de observação de baleia foram consideradas no Brasil economicamente relevantes para inclusão na sétima edição do Plano Setorial de Recursos do Mar;

(c) a promoção da educação ambiental;

(d) a projeção, no plano regional, a longo prazo, de medidas de conservação dos grandes cetáceos; e

(e) a defesa do direito das comunidades costeiras em nossa região a beneficiarem-se de forma não-letal das populações de cetáceos, da mesma forma que, em outras regiões, comunidades se beneficiam da caça aborígene de subsistência.

 FONTE - www.boticario.com.br

                 www.baleiafranca.org.br

 


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