Menu principal
Página inicial
Notícias
Galeria de fotos
Loja virtual
Fale conosco
Morro de São Paulo
A História
O que fazer de dia
Comércios e Serviços
Meio Ambiente
Eventos
Férias Bahia
Férias Brasil
Está na hora
Promoções
Apresentação
O que fazer a noite
Bairros
Como Chegar
Taxi Aereo
De Avião
De Catamarãs
Via Terrestre
Rotas rodoviárias
Transfer Terrestre
Hotéis e pousadas
Localização
Hospedagem
Escolha onde ficar
Melhores Hospedagens
Em destaque
Pacotes promocionais
Novidade
Promoções da Hora
Festival de primavera
English
Onde Comprar
Dica Info
Video
Informações em Espanhol
Espanhol
Italiano
Praias
Primeira Praia
Segunda Praia
Terceira Praia
Quarta Praia
Quinta Praia
Praia do Encanto
Praia Pequena
Praias próximas a vila
Prainha do Forte
Porto de Cima
Ponta da Pedra
Praias nas redondezas
Gamboa
Garapuá
Praia Argila Medicinal
Pratigi
Boipeba
Ponta do Curral
Ponta do Curral
O Que Fazer
Baleia Jubarte
City Tour
Trilhas de Aventura
Esportes náuticos
Ponta do Curral e Gamboa
Informações
Passeeios
Noite
Esporte & Lazer
Passeio de Barco a Vela
Aluguel de Caiaques
Passeio de Tirolesa
Passeio de Kite Surf
Passeio Pesca Esportiva
Mergulho com cilindro
Surf / Aulas de Surf
Passeio de Banana Boat
Notícia: Show Sucesso de Nando Reis
Passeio a Cavalo
Passeios e excursões
Passeio Volta a Ilha
Passeio Pirata do Morro
Passeio Garapuá em 4x4
Passeio Pancada Crande
Passeio de ultraleve
Caminhada Ecológica
Trilha Ecológica
Arte & Cultura
Atelier do Encanto
Feira de Artesanato
Artistas no Morro Online
Artesãos do Morro
Museus
Escritores
Religiosidade
Gente Daqui
Educação & Livros
Monumentos
Fortaleza
Forte
Farol
Fonte do Imperador
Igreja N.S da Luz
Casarão
Serviços Gerais
Telefones Úteis
Perguntas Frequentes
Tábua de Maré
Tô no Morro online
Companhias Aéreas
Entrevistas
Jornais
Online 24 Horas
Rodovias
Ondas
Empresas & Show Room
Rádio
Web Site
Site de Busca
Utilidade
Blogs
Embaixadas & Consulados
Delegacia de Polícia
Livro de Visita
Empregos
Profissionais
Governo
Modelos de Embarcações
Associações & ONGs no Morro
Achados & Perdidos em Morro
Registro de Domínios
Receitas
Humor
Prefeitura & Secretarias
Projetos Sociais
Mande sua História
Aeroportos Bahia e Brasil
Estéticas
Prestação de Serviços
Tatuagens
Lavanderias
Advocacias em Morro
Pet Shop
Telemensagens
Comidas Típicas
Bancos
Clima
Notícias Anteriores
Carnaval na Pousada
O Portal do Morro
Quem Somos
Anúncios grátis no Morro
Links
Sugestões & Reclamações
Agradecimentos aos Leitores
Classificados Grátis
Imóveis & Terrenos
Venda
Natureza
APA - Proteção Ambiental
Ecologia
Consciência Ambiental
Eco Turismo
Mangues
Saúde & Beleza
Clínicas
Odontologia
Atrações Próximas
As Praias da ilha
Cairú
Ilha de Boipeba
Valença
Nazaré
Ilha de Itaparica
Salvador
Roteiros do Morro
Restaurantes
Lua de Mel
Melhor Idade
Para Crianças
Mochileiros
Salvador da Bahia
História
Destinos
Hotéis
Pousadas
Albergues em Salvador
Igrejas e Capelas
Casas Noturnas
English
Brasil
Descobrimento do Brasil
Sobre o Brasil
Golfe no Brasil
Parques Nacionais
Esporte Radicais
Estradas
Estados com Site
Cidades do Brazil
Praias
Informações Governo
Educação
Arte no Morro Online
Fusos Horários
Hotéis
Fronteiras e Limites
Limites do Brasil
Turismo
Destinos Brasileiros
Glossário Turismo
Utilidades Publica
Cartões Postais
Agências de Notícias do Brasil
Amor & Amizade em Morro
Jogos Online em Morro
Arquitetura & Artes em Morro
Astrologia & Astronomia
Biblioteca
Carnaval
Carros & Motos
Cinema
Concursos
Cultura Diversos
Editoras
Esoterismo
Esportes
Futebol
Games
Imperdíveis
Informatica
Instituições
Internet
Livrarias & Livros
Mulher
Musicas & Letras
Navegando
Países
Personalidades & Pessoais
Politica & Partidos
Portais
Rádios
Revistas
Superinteresante
Parcerias
Comprar Fotos
Faça seu site
Viagem & Turismo
Dicas rápida como chegar
Melhores fotos do Morro
Não Perca Tempo
Reserve online: rápido e fácil.
Escolher sempre é bom
Relato de viagem: Indo para Morro de São Paulo
blog do Morro sp
Morro On Line - 4x4 - Passeios e expedições off-road
Universidades
Dicas e informações úteis
Hotéis e Pousadas em até 2X sem juros - Descontos imperdíveis à vista!
Programação copa 2014.
Reserve já seus passeios, pousadas, hotéis carnaval com antecedência.
Guia do Morro
Agências de Turismo
PORTAIS DE TURISMO
Cidades Turisticas
Hotéis Internacionais
SPAS
Hotéis em site
Empresas Aéreas
Cruzeiros
Locadoras tarifas
TRANSPORTE
PARQUES
MUSEUS
Escolas de Turismo
VARIEDADES
Guia Gigante - Hotéis e Pousadas Morro de
Morro de São Paulo - Bahia - Brasil
Turismo em Morro de São Paulo Online, Bahia Brasil - Guia de praias da Bahia | Costa do Dendê e Costa do Cacau

Guia de praias da Bahia | Costa do Dendê e Costa do Cacau











    BRASIL
    AMÉRICAS
    EUROPA
    E +
    SEU ESTILO
    HOTÉIS
    BLOG
    NEVE 2014

Viaje: Home / Bahia, Barra Grande, Boipeba, Canavieiras, Comandatuba, Dendê-Cacau, Guia de praias, Ilhéus, Itacaré, Itaparica, Morro de São Paulo, Península de Maraú / Miniguia de praias | Bahia: Costa do Dendê e Costa do Cacau
Miniguia de praias | Bahia: Costa do Dendê e Costa do Cacau

Ricardo Santos • 9 dezembro, 2012

Morro de São Paulo

[Morro de São Paulo]

ATUALIZAÇÃO | 18.12.2013

Em boa parte da Costa do Dendê — Morro de São Paulo, Boipeba, Barra Grande, Península de Maraú — carros são quase inúteis: você precisa deixar no continente para aproveitar praias intocadas das ilhas e da península. Um pouco mais ao sul, em Itacaré, você descobre uma paisagem diferente de todo o Nordeste: enseadas limitadas por montanhas verdíssimas. E na Costa do Cacau — Ilhéus, Una, Comandatuba, Canavieiras — o bacana é fazer passeios além da praia.

–> ESTRATÉGIA & ROTEIROS

Para Morro de São Paulo e Boipeba, chegue por Salvador. Se seu destino for Itacaré ou Barra Grande/Maraú, voe a Ilhéus.

Entre Salvador, Morro, Boipeba e Barra Grande, só vale a pena estar motorizado caso você tenha vindo com o seu carro de outro lugar. Alugar um carro para fazer este trecho é bobagem, já que o possante ficará parado no “continente” enquanto você estiver nas ilhas (Maraú é uma península, mas se comporta como uma ilha). Já em Itacaré e Ilhéus um carro dá mobilidade para fazer todos os passeios.

Devido às dificuldades de deslocamento entre Salvador, Morro, Boipeba e Barra Grande, pense duas vezes se a sua intenção for pular de ilha em ilha — você corre o risco de passar suas férias em trânsito. Programe pelo menos três pernoites a cada parada na região.

Valença é o “hub” da Costa do Dendê. Cada ferry que chega a Bom Despacho, em Itaparica, tem conexão imediata com ônibus e vans que seguem a Valença. De Valença saem lanchas para Morro e Boipeba. Há também ônibus de Bom Despacho e também de Valença a Camamu (de onde partem as lanchas para Barra Grande) e Itacaré.

Desembarcando em Ilhéus, vale a pena alugar um carro já no aeroporto. A rodoviária está a menos de 10 minutos de táxi; de lá saem ônibus para Canavieiras, ao sul, Itacaré, ao norte, e também Camamu (onde você pega a lancha para Barra Grande).

Role a página para ler mais sobre Morro de São Paulo, Boipeba, Barra Grande & Maraú, Itacaré, Ilhéus, Una e Comandatuba.


View Praias da Bahia: Costa do Dendê e Costa do Cacau in a larger map

.

ILHA DE ITAPARICA

Praia da Penha

[Praia da Penha, Itaparica]

É a sua praia: se você está hospedado no Club Med — ou se está no Pelourinho e quer pegar uma praia perto que não seja a Barra

Não é a sua praia: se você está interessado em curtir Salvador

–> Vai por mim: Ilha de Itaparica

Os barcos (chamados pelos soteropolitanos de lanchas) que saem do Terminal Marítimo em frente ao Mercado Modelo em vinte minutos deixam você em Mar Grande, cidade praiana que já foi reduto de veraneio da burguesia baiana. Os ricos se mudaram para um pouco mais adiante, a praia da Penha, mas as prainhas próximas ao desembarque continuam lindas (e com mar calmíssimo). Num dia de semana, é uma ótima alternativa para pegar praia se você está hospedado no Pelourinho (a R$ 4 o trecho — R$ 5,40 nos fins de semana — sai mais barato do que ir de táxi ao Porto da Barra!). Já no fim de semana, essas praias ficam crowdeadas.

A praia mais bonita (no conjunto mar + ocupação do entorno) é a da Penha, que está a 9 km do píer de Mar Grande, pela estrada — mas que está a 45 minutos de caminhada pela orla (passando por um trecho de pedras). Trata-se de um condomínio mais ou menos fechado; as vans de Mar Grande não têm permissão para entrar, e por isso têm que deixar os passageiros na saída da estrada, a 2 km. É um território demarcado da elite soteropolitana, que vem passar o dia a bordo de suas lanchas (e transforma a praia, nos fins de semana, em um verdadeiro iatódromo). No meio da praia, porém, há quiosques estruturados que atendem aos sem-iate. Num dia claro você verá o skyline do Corredor da Vitória (de onde partem muitas dessas lanchas).

Querendo almoçar perto do píer em Mar Grande, a pedida é o Pimenta de Cheiro, que tem um famoso peixe na pedra. Uma quadra para trás, o Manga Rosa (na pousada Arco-Íris) é bastante elogiado. Já o Volta ao Mundo funciona como quilo na hora do almoço (e tem um extenso cardápio no jantar).

Quem vem de carro precisa usar o ferry-boat, cujo desembarque é em Bom Despacho. Aproveite que está motorizado para dar um pulinho na vila de Itaparica, que fica para aquelas bandas; visite o forte e coma nas barracas da praia de Ponta de Areia.

Se for até Caixa-Pregos – que não fica no fim do mundo, mas apenas no fim da ilha – negocie com um barqueiro para ir à praia da Ponta do Garcez, passear pelo manguezal da contracosta da ilha e visitar o vilarejo colonial de Jaguaripe.

Leia mais: Como pegar praia em Itaparica (sem carro nem iate)

–> Onde ficar: Ilha de Itaparica

Trinta anos depois de aberto, o Club Med Itaparica continua, fácil, um dos mais resorts bonitos do Brasil; os quartos são rústicos em comparação aos mais novos, mas a estrutura (com all-inclusive) e a animação são invejáveis.

Na vila de Mar Grande, a Pousada Arco-Íris ocupa a sede de uma antiga fazenda e recebe um pessoal animado no fim de semana.

–> Como chegar: Ilha de Itaparica

De carro, pegue o ferry-boat em São Joaquim; em 50 minutos você desembarca em Bom Despacho. Não há mais esquema de reserva de horário; é preciso aguardar na fila — o que pode ser um problema nos fins de semana e feriados.

Estando a pé, embarque nas lanchas que saem do Terminal Marítimo em frente ao Mercado Modelo, e que chegam a Mar Grande em meia hora. A passagem custa R$ 4 nos dias de semana e R$ 5,40 no fim de semana. De Mar Grande saem vans para outros pontos da ilha.

MORRO DE SÃO PAULO

Segunda Praia

[Segunda Praia, Morro de São Paulo]

É a sua praia: se você quer mar calmo e noites agitadas

Não é a sua praia: se você não curte, ou não pode, caminhar

–> Vai por mim: Morro de São Paulo

Morro de São Paulo é o que temos de mais parecido com uma ilha grega – não nos quesitos paisagem ou arquitetura, claro, mas no departamento animação. O ano inteiro, gringos alternativos fazem de Morro uma esticada sagrada de suas viagens a Salvador; no verão, é a vez dos brazucas se juntarem a eles, aumentando o quórum para o festerê.

Recentemente, o coração da ilha foi urbanizado. As ruas do centrinho, que eram de areia, foram calçadas. A Segunda Praia ganhou um deck de madeira sobre a areia, que à noite se transforma numa esplanada de restaurantes. Já o deck da Terceira Praia protege a orla da erosão e passou a permitir a passagem confortável em qualquer maré.

Leia mais: Morro de surpresa: não é que o calçamento ficou bom?

Quarta Praia

[Quarta Praia]

O centro de gravidade da muvuca é a Segunda Praia, onde todos vêm torrar de dia e ferver à noite (informe-se sobre os luaus). A Primeira Praia é pouco freqüentada e costuma ter ondas; a Terceira Praia quase não tem areia na maré baixa; a Quarta Praia é extensa, rasa e ótima para caminhadas. Para ir à reservada Praia do Encanto — ou Quinta Praia — você vai precisar pegar uma jardineira ou jipe (que trafegam por uma estrada que vai pelo interior, não pela areia).

Prepare-se para caminhar muito: para subir a ladeira ao chegar de barco, para descer e subir entre o centrinho e a Segunda e a Terceira Praia. (Quem está hospedado na Quarta Praia normalmente tem transporte de jardineira da pousada, em horários pré-determinados.)

Garapuá

[Garapuá]

Na quadra de trás da Segunda Praia fica o posto de “receptivo”, onde estacionam os táxis e jardineiras. Ali você pode tratar um táxi ou — se tiver reservado antes, numa agência ou ali mesmo — se encaixar num passeio de jardineira à praia de Garapuá, uma linda enseada em forma de ferradura (logo depois da Quinta Praia) que fica uma piscininha na maré baixa. Por ali, almoce na barraca do Capitão Pipoca.

Você também vai encontrar muitas agências vendendo passeios a Boipeba. Trata-se de um passeio bastante cansativo. Pelo rio ou indo até a ponta da ilha de jardineira (com travessia final de barco), é longo; pelo mar, é desconfortável (bate muito). As praias de Boipeba são lindas, a piscina natural de Moreré não decepciona, mas quem vai e volta no mesmo dia não experimenta a essência de Boipeba, que é a desaceleração total. Meu pitaco: deixe para ir a Boipeba quando você puder ficar uns dias lá.

–> Onde ficar: Morro de São Paulo

Centro

Hospedar-se na vila é inteligente: você está ao lado dos restaurantes, próximo das praias e da festa, mas longe do barulho. Os dois hotéis com melhor estrutura por ali são o Portaló, que está ao lado do píer de chegada, e a Pousada Charme, que tem uma gostosa piscininha num terraço que emenda com a mata. A Solar das Artes é caprichadíssima. Para economizar, considere a bem-localizada Tia Glória e a simpática Mareia.

Segunda Praia

Na Segunda Praia ficam duas pousadas muito confortáveis, ideais para curtir a ilha dia e noite:  a Villa das Pedras, que tem uma ótima piscina e um gramado em frente à praia, e a Pousada da Torre, que tem apartamentos dispostos em torno da piscina. Na quadra de trás a moderninha Villa dos Graffitis tem bom custo x benefício. Hospedando-se na Segunda Praia, nas noites de luau o melhor é sair e se jogar na festa, para não sofrer com o barulho.

Terceira Praia

A pousada top da ilha está a uma distância segura do agito: é a charmosa Villa dos Corais, que tem apartamentos grandes, distribuídos num terrenão na esquina da Terceira Praia com a Quarta Praia. A Terceira Praia tem outras duas pousadas em amplas propriedades: a Fazenda Caeira (cuja ala mais nova dá para a Quarta Praia) e a Vila Guaiamu, com chalés sem luxos espalhados pelo coqueiral e um excelente café da manhã (os preços costumam ser ótimos). Na outra extremidade (perto da esquina com a Segunda Praia, e portanto sensíveis aos sons das festas), a Minha Louca Paixão tem apartamentos com decoração contemporânea; a Paraíso do Morro, charmosinha, é uma ótima pedida para economizar.

Quarta Praia

Longe do centrinho, na Quarta Praia, o pequeno resort Patachocas é ideal para ir com crianças; os apartamentos são superconfortáveis, a piscina é enorme, a praia não oferece perigos — e a pista de pouso da Aerostar fica nos fundos. (Só não espere a estrutura de recreação dos resorts grandes.) Ainda na Quarta Praia, o Porto do Zimbo tem jeito de pousada e um gostoso gramado em volta da piscina.

Praia do Encanto

Já a Praia do Encanto é para quem quer sossego total. Escondida por um manguezal intransponível pela areia, é a praia mais exclusiva de Morro; ideal para quem quer simplesmente descansar com pé na areia. Por ali, dois hotéis bastante charmosos e superestruturadas são o Vila dos Orixás (com piscina reservada, no meio do jardim) e o Anima (com a piscina mais integrada à praia).

Garapuá

A hospedagem em Garapuá é básica. Considere a Pousada Garapuá, o Garapuá Praia Hotel e, pé na areia, a rústica Vila Morena.

–> Onde comer: Morro de São Paulo

Muitos dos restaurantes do centrinho não abrem na hora do almoço. O povo de Morro acorda tarde e, depois de um café reforçado, costuma pegar leve na hora do almoço. As barracas de praia, os vendedores de queijinho de coalho e os quiosques de pastéis da Segunda Praia quebram muitíssimo bem o galho. Querendo almoçar de verdade, o Pimenta Rosa, na pousada Villa dos Corais, e o Bar das Piscinas, também no iniciozinho da Quarta Praia, são boas opções. No centrinho, o Alecrim tem almoço com buffet.

Toca do Morcego, Morro de São Paulo

[Toca do Morcego]

De terça a domingo, o happy hour mais gostoso da ilha é na Toca do Morcego, que fica para os lados do forte e funciona como camarote para acompanhar o pôr do sol.

À noite, aproveite os restaurantes de italianos radicados em Morro, como o Chez Max, na Terceira Praia, e o Bianco e Nero, na vila. Para frutos do mar, vá ao La Tabla e a El Sitio do Luis, os dois na vila. Ainda no centro, as pousadas O Casarão e Solar das Artes têm bons restaurantes. Na Segunda Praia, os restaurantes montam mesas na areia (iluminadas por velas!) bordejando o deck. Pizza, picanha e camarão são os chamarizes de quase todos os restaurantes por ali; o Samsara conta também com um Buda, e o Marilyn Café, com fotos da musa.

–> Como chegar: Morro de São Paulo

Avião

O jeito mais simples de chegar a Morro de São Paulo é de teco-teco: o ano inteiro há vôos regulares de Salvador para pistas de pouso na Terceira Praia, pela Addey e Quarta Praia, pela Aerostar; são 25 minutos de vôo panorâmico.

Lancha desde Salvador

A maneira mais comum de viajar para a ilha é nos catamarãs e lanchas que saem do terminal hidroviário em frente ao Mercado Modelo, em Salvador; a viagem leva duas horas, boa parte por mar aberto, causando enjôos.

Ferry boat + ônibus de linha + lancha desde Valença

Quem tem medo de teco-teco e não quer enjoar deve ir pelo caminho mais comprido: pegar o ferry-boat para Bom Despacho, em Itaparica (50 minutos de travessia), e lá embarcar num ônibus ou van para Valença (100 km; 1h30 a 2h de de viagem), de onde partem lanchas rápidas o dia inteiro para Morro (30 minutos por rio e mar calminhos).

Lancha a Mar Grande + ônibus + lancha desde a Ponta do Curral

A Cassi Turismo opera um trânsfer que evita tanto o enjôo do catamarã quanto a ida até Valença. O passageiro embarca no aeroporto de Salvador ou no hotel, atravessa a Itaparica de ferry ou lancha e continua de ônibus até a Ponta do Curral, de onde atravessa de lancha rápida. O trajeto entre Itaparica e a Ponta do Curral leva 1h20, e a travessia de lancha, 12 minutos.

ILHA DE BOIPEBA

Cueira, Boipeba

[Praia da Cueira, Boipeba]

É a sua praia: se você quer sossego

Não é a sua praia: se você procura jetski ou toboágua

–> Vai por mim: Ilha de Boipeba

Boipeba é o antídoto de Morro de São Paulo: tudo o que a vizinha é animada, Boipeba é quieta. (Na boa: não entendo quem queira dividir sua estada entre as duas ilhas; muito provavelmente, se você adorar uma, não vai gostar nadinha da outra.)

O povoado de Velha Boipeba, à beira do rio do Inferno, é uma gracinha, mantendo suas características de vilarejo praiano (com uma igreja e algumas casas centenárias). Andando ao longo do rio você chega à praia salobra da Boca da Barra, que é o principal pólo de pousadas da ilha. Um enclave de barracas de praia comuns (dessas com mesas e cadeiras de plástico) recebe visitantes que vêm passar o dia. Para pegar praia com charme, ande mais um pouco, até a pousada Luar da Praia, onde o ambiente é chill out.

Quando a praia termina, uma trilhazinha de pouco mais de dez minutos leva às praias contíguas de Tassimirim e Cueira, ocupadas basicamente por um coqueiral sem fim. Tassimirim é gostosíssima na maré baixa, quando o mar fica calmíssimo entre as pedras (já na maré alta, as mesmas pedras tornam a praia um pouco traiçoeira). Cueira sempre tem alguma ondulação — e também virou point entre os visitantes de um dia só, que vêm comer a lagosta do Guido.

Moreré

[Moreré]

Meia hora de caminhada adiante, na maré baixa você pode atravessar um riozinho e, dez minutos mais tarde, terá chegado a Moreré, o segundo vilarejo da ilha, dono de uma praia de águas calmas (e de piscinas naturais em alto mar). Na maré alta, só dá para ir por mar ou cortando caminho pelo meio da ilha; dá bem uns 50 minutos de caminhada na areia (mas na temporada há jardineiras que fazem a rota em horários definidos; informe-se ao chegar).

O lado de Moreré consegue ser ainda mais sossegado que o de Velha Boipeba. Os excursionistas de Morro de São Paulo dificilmente chegam até ali (vão apenas até as piscinas naturais, longe da praia, e depois seguem para a Cueira ou a Boca da Barra). A vila é pacata e a praia nunca fica cheia.

A 15 minutos de lancha da praia de Moreré, em alto mar, estão as piscinas naturais de Moreré, de água transparente, mas que ficam bem crowdeadas na temporada (com os visitantes de Morro).

À direita da praia de Moreré sai a trilha (curta, não dá nem 10 minutos) para Bainema, uma praia que só não é totalmente deserta porque tem uma barraquinha (que nem sempre está aberta).

Para lá de Bainema fica uma parte da ilha acessível apenas por barco: a Ponta dos Castelhanos e a Cova da Onça, points de mergulho.

Um passeio muito bacana para fazer a partir da Boca da Barra é ir de barco até um flutuante, para assistir ao pôr do sol saboreando ostras cultivadas ali mesmo.

E se eu fosse você, aproveitava o percurso de volta para dar um pulinho numa das cidades mais antigas do Brasil, Cairu, que fica à beira do rio do Inferno.

Leia mais: Cairu, uma bela adormecida baiana

–> Onde ficar: Ilha de Boipeba

Boca da Barra

A pousada mais confortável deste lado da ilha é a Mangabeiras, no alto do morro que separa a Boca da Barra de Tassimirim. O acesso agora está facilitado por um elevador em plano inclinado.

A mais charmosa é a Vila Sereia, pé na areia na Boca da Barra, que esbanja charme em bangalôs de madeira lindamente cenografados, com varanda e banheiros espaçosos (mas não tem ar condicionado).

A mais completa é a Santa Clara, que está a cinco minutinhos da beira-mar e, além de bons apartamentos espalhados pelo bem-cuidado jardim (alguns com ar, outros sem), tem o melhor restaurante da ilha — e os hóspedes têm preferência de reserva.

A mais hipster é a Luar das Águas — que, depois de arrendada por uma dupla de espanhóis descolados, transformou seu bar num beach lounge.

Ainda rente à areia, a Marina de Boipeba é a mais próxima da vila; os chalés têm decoração rústica e banheiros reformados. A tradicionalíssima Tassimirim se caracteriza pela manutenção impecável e está na boca da trilha para Tassimirim e Cueira; a praia em frente é uma delícia e praticamente exclusiva dos seus hóspedes. Vizinha à Luar das Águas, a Pouso da Maré tem quartos básicos e espreguiçadeiras na areia.

A poucos minutos da praia (em frente à Santa Clara), a Horizonte Azul está num terreno com belo relevo; seus apartamentos têm ar condicionado e objetos indianos. Mais adiante, a Casa Mestiça tem apartamentos com quitinete e uma linda vista. Na vila, fique com a Alma Viva, bem instalada num casa restaurada na praça principal, ao lado da igreja.

Moreré

A pousada mais impressionante destas bandas é a Alizées Moreré tem bangalôs de madeira no alto do morro com a frente envidraçada do chão ao teto, para não perder nada da paisagem. Bem menos pretensiosos, os Chalés Colibri estão numa situação semelhante – e os preços mais em conta. No canto direito da praia, colada à vila, a Pousada dos Ventos tem bangalôs rústicos, bem praianos.

A pousada mais charmosa, porém, está escondida na vila: é A Mangueira, que foi totalmente remodelada pelos novos donos, um inglês e um espanhol (o bar ficou um arraso; tente reservar um dos chalés novos, de estilo vagamente japonês).

A 20 minutos de caminhada da vila, na direção do interior, no alto do Monte Alegre, você encontra a hospedagem mais original de Boipeba: a Casa Bobô — no meio do mato, com vista para o mar ao longe e próxima a uma comunidade quilombola onde é possível participar de rituais tradicionais.

–> Onde comer: Ilha de Boipeba

Muitas pousadas têm restaurantes abertos ao público. O mais concorrido é o da Santa Clara, que tem menu de entrada, prato e sobremesa a bons preços — ano passado era R$ 50 (ligue para reservar: 75/3653-6085). Come-se bem também na Luar das Águas, na Tassimirim, na Marina de Boipeba e na Alizées.

Dadinhos de tapioca

[Dadinhos de tapioca com queijo coalho da Jose -- d'après Rodrigo 'Mocotó' Oliveira]

Não perca o Restaurante da Jose, que fica no alto da vila (suba até a igreja, vire à esquerda; ou atravesse o shopping e suba a escadaria). Os dadinhos de tapioca com queijo coalho são perfeitos; tudo o que estiver disponível no cardápio sairá bom.

Na praia da Cueira você verá quiosques que preparam lagosta com a água do mar — o pioneiro é o Guido.

Em Moreré também há boas barracas de praia para comer um peixe fresco ou uma moqueca.

–> Como chegar: Ilha de Boipeba

A maioria dos meios de transporte deixa você na Boca da Barra. Se você vai ficar hospedado em Moreré, agende com a pousada a parte final do trânsfer até esta parte da ilha (eles provavelmente mandarão uma jardineira).

Pedir ajuda à pousada para o trânsfer, por sinal, é uma ótima providência, não importa onde você esteja hospedado. A possibilidade de ter que dormir pelo caminho por falta de transporte à ilha é real.

Ferry + ônibus + lancha desde Valença

O jeito mais papai-mamãe de chegar a Boipeba é pegando o ferry-boat para Bom Despacho, em Itaparica (50 minutos de travessia, R$ 3,95), continuando de ônibus a Valença (100 km; 1h30 a 2h de viagem, R$ 16), de onde partem lanchas rápidas que chegam a Boipeba em 50 minutos (R$ 38).

Lembre-se que o aeroporto de Salvador está a 30 km do terminal de ferry-boat. É muito difícil voar a Salvador e chegar no mesmo dia a Boipeba, caso você prossiga viagem por terra e mar. Programe pelo menos um pernoite em Salvador ou considere ir por Ilhéus (veja mais abaixo).

Os ônibus de Bom Despacho a Valença são coordenados com a chegada do ferry; a passagem pode ser comprada na hora. Em Valença, desça na última parada antes da rodoviária (ali você estará a 5 minutos de caminhada do terminal hidroviário; se descer na rodoviária, precisará pegar táxi). Atenção: é muito arriscado deixar para comprar o trecho Valença-Boipeba na hora. Você corre o sério risco de não conseguir mais vaga. Peça para a sua pousada reservar esse trecho para você. E compre a volta assim que chegar em Boipeba.

Ferry + ônibus + Expresso Boipeba desde Valença

Caso você não consiga comprar passagem com antecedência na lancha rápida Valença-Boipeba, o jeito é chegar a Valença até umas 13h30, para conseguir pegar o Expresso Boipeba, que sai às 14h. É um meio bastante roots de transporte: um ônibus velho leva até Torrinha (1h30), onde você embarca num barco lento, que leva outra 1h30 até Boipeba. O Expresso custa R$ 16.

Leia mais: Mais uma maneira de chegar a Boipeba

Vôo a Ilhéus + táxi a Torrinha + lancha rápida

O ponto mais próximo de embarque para Boipeba é o povoado de Torrinha, que fica a 25 minutos de lancha da Boca da Barra. Se você não quer enfrentar toda a lenga-lenga de ferry boat e quetais de quem vem de Salvador, o mais indicado é voar a Ilhéus, que fica a 150 km de Torrinha. Peça para sua pousada contratar o trânsfer de Ilhéus a Torrinha e a lancha de Torrinha a Boipeba.

Este esquema também é o melhor para quem está de carro; em Torrinha há estacionamentos. Nos estacionamentos você consegue uma lancha para a travessia.

Catamarã ou lancha a Morro de São Paulo + jipe + barquinho

É um jeito um pouco mais rápido do que via ferry-boat. São duas horas (de mar batido) do terminal hidroviário do Mercado Modelo até Morro de São Paulo. Em Morro você precisa caminhar do píer até o terminal de jipes da Segunda Praia (contrate um menino para levar sua bagagem num carrinho de mão). O jipe leva 45 minutos até a ponta da ilha, de onde você atravessa de barco. Caso você opte por essa modalidade, peça para sua pousada arranjar jipe e barquinho.

Lancha a Mar Grande + trânsfer a Graciosa + lancha rápida fretada

Um jeito vip de chegar a Boipeba, e que pode ser arranjado pela sua pousada, é ter um táxi à sua espera em Mar Grande, em Itaparica (a travessia desde o terminal hidroviário do Mercado Modelo é mais rápida — e as saídas, mais freqüentes — do que a do ferry boat a Bom Despacho). O táxi leva você até o píer da Graciosa, que fica adiante de Valença, e de lá você segue de lancha a Boipeba em 40 minutos.

Avião

Os apressados podem fretar um teco-teco com a Addey ou Aerostar (meia hora de viagem). O aviãozinho desce na ponta da ilha de Tinharé, na margem oposta à Boca da Barra. De lá você atravessa de barquinho.

BARRA GRANDE & PENÍNSULA DE MARAÚ

Taipus de Fora, Maraú

[Taipu de Fora]

É a sua praia: se você curte praias selvagens e piscina natural rente à areia

Não é a sua praia: se você busca um lugar fácil de chegar e se deslocar

–> Vai por mim: Barra Grande & Península de Maraú

Com 50 quilômetros de costa pouquíssimo ocupada, a Península de Maraú é a maior reserva de praias bonitas do litoral brasileiro. Quando não houver mais praias da moda para inventar, é daqui que sairão nomes exóticos de novos destinos (Algodões, Saquaíra…).

No extremo norte da península, Barra Grande é lugar menos difícil de chegar – e por isso concentra as pousadas, restaurantes e a (pequena) muvuca do verão. A praia em frente à vila não conta muito, porque é dominada pelo trapiche (mas por ali fica um ótimo bar de praia, que funciona o ano inteiro, o Macunaíma). Saia caminhando para a direita, e em dez minutos você chega à Ponta do Mutá, o último trecho da orla voltado para a Baía de Camamu. No meio do caminho há uma filial da rede de beach clubs Café de la Musique (aberta apenas na temporada); o pôr do sol é melhor apreciado mais adiante, na Sol do Mutá ou na sua vizinha (perdi o nome!), ambas abertas o ano inteiro.

Bar da RôMacunaíma

[Bar da Rô | Macunaíma]

A meia horinha de caminhada para o lado esquerdo da vila você chega ao encontro do rio Carapitangui com o mar da Baía de Camamu, onde está posicionado o charmosíssimo Bar da Rô — dá para alternar banhos de mar e de rio e apreciar o pôr do sol.

Leia mais: Um sósia no Bar da Rô

Taipu de Fora

[Taipu de Fora]

O trecho mais famoso da península está a 20 minutos de jardineira de Barra Grande — é a praia de Taipu de Fora, onde  um muro de corais descreve um semicírculo e termina rente à areia delimita a mais gostosa piscina natural do litoral brasileiro. Fotos aéreas mostram o fenômeno em todo o seu esplendor: uma cratera de água verde-claríssima, bordejada por areia dourada e pelo coqueiral. Mas este miniguia adverte: você dificilmente vai encontrar a piscina como as fotos mostram (precisa ir na lua cheia ou nova, num dia de muito sol). Mesmo quando está disfarçada de praia comum, porém, Taipu oferece um banho delicioso, muitíssimos furos acima de praias realmente comuns: calminha mas não parada, segura mas sem ser rasa demais. Há ótimas barracas na praia, como o tradicionalíssimo Bar das Meninas e o lounge haole Buda Beach.

Leia mais: Às piscinas naturais de Taipu de Fora

Não deixe de ir até a Lagoa do Cassange: há um trecho em que a praia e margem da lagoa estão muito próximas (os passeios organizados normalmente incluem uma subida ao Morro do Celular, de onde se tem uma visão geral da península).

Da Lagoa para o sul, os trechos ocupados vão ficando cada vez mais raros; as praias de Saquaíra e Algodões têm pequenos povoados.

Os passeios de barco pela Baía de Camamu só valem a pena se você quiser ver com mais calma a mesma paisagem que já viu na travessia entre Camamu e Barra Grande; a diferença são as paradas na ilha da Pedra Furada (onde todos os seixos são furadinhos) e o almoço na Ilha do Sapinho. O passeio realmente diferente é o que vai até a cachoeira de Tremembé, caso raríssimo de cascata que deságua no mar (ou, vá lá, num braço de mar).

A sede do município de Maraú fica voltada para a baía.

Bar da Rô

[Pôr do sol na Baía de Camamu, visto do Bar da Rô]

–> Onde ficar: Barra Grande & Península de Maraú

Se você quer vida social à noite, fique em Barra Grande. E se faz questão que a vida social seja intensa, venha em janeiro. Fora de temporada nem todos os restaurantes abrem todas as noites, e dificilmente haverá algo remotamente parecido com balada em dias de semana.

A hospedagem fora de Barra Grande é recomendada para descanso absoluto. Praticamente todas as pousadas têm restaurantes, o que garante o jantar.

Uma boa estratégia é dividir a estada, ficando uns dias em Barra Grande (se quiser agito, no fim de semana) e outros numa pousada pé na areia num ponto sossegado.

Barra Grande

As pousadas pé-na-areia de Barra Grande estão voltadas para uma praia calmíssima da baía de Camamu, e oferecem a melhor combinação de praia + vida social da península.

As acomodações mais charmosas são as da Denada, que tem bangalôs bem-resolvidos e uma piscina próxima à areia. A dez minutos de caminhada do centrinho, a Ponta do Mutá tem apartamentos compactos mas está no melhor trecho da praia — que fica ainda mais gostoso graças à charmosa estrutura montada no gramado, com gazebo e ótimas espreguiçadeiras. Próxima à Ponta do Mutá, a Pousada Búzios tem apartamentos simpáticos em sobrados nos fundos do terreno; a área junto à praia está gramado. Praticamente colado ao píer de chegada,  a Pousada Mediterrâneo tem quartos e suítes nomeados segundo países mediterrâneos, decorados com cores fortes e móveis rústicos. Próximo ao rio Carapitangui, a Barrabella tem uma piscinona e apartamentos muito confortáveis.

No coração da vila, a Fruta Pão tem um belo jardim; a Tent Suites, apartamentos bem moderninhos, nos altos de uma galeria de lojas.

Entre Barra Grande e Taipu de Fora

Na orla entre a Ponta do Mutá e Taipus de Fora há hotéis e pousadas em trechos sossegados, sem vizinhos: a bem-estruturada Ekoa está a 5 minutos de jardineira do centro; a rústica Kaluana fica em frente à piscina natural da praia da Bombaça; por ali, a Caiçara Bangalôs tem casinhas de praia com cozinha completa e café da manhã incluído.

Num trecho deserto da praia, o  luxuoso Kiaroa é um dos mais sofisticados hotéis de praia do Brasil. Os apartamentos standard ficam num bloco nos fundos do terreno; na frente estão bangalôs com piscina privativa e, numa área reservada rodeada de verde, os bangalôs mais novos, com quartos enormes e jacuzzi (são os que eu gosto mais).

Taipu de Fora

Caso você esteja pensando em dividir a estada entre Barra Grande e Taipu de Fora, programe sua estada em Taipu de acordo com a maré: quanto mais baixa estiver, melhor você aproveitará a piscina natural.

Leia mais: Passo a passo: como entender (e usar) a tábua das marés

Nenhuma pousada está exatamente em frente à piscina natural; toda a extensão da piscina é tomada pela propriedade de um famoso marqueteiro político. O povoado e a (pequena) muvuca da praia ficam à esquerda (norte) da piscina.

Imediatamente à direita (sul) da piscina, a pousada Taipu de Fora é a mais próxima da piscina natural; é também a que está no ponto mais sossegado. Um enorme gramado com camas e espreguiçadeiras fazem pensar que você é o dono da praia. Os apartamentos são amplos e a culinária, excelente.

A Encanto da Lua tem uma gostosa piscina e apartamentos charmosos. A meia quadra da areia, a Velas e Vento agora está administrada pelas mesmas donas do Bar das Meninas, e costuma oferecer tarifas bastante amigáveis.

A novidade do pedaço é a Dreamland Bungalows, que fica a dez minutos de caminhada das piscinas (para o lado esquerdo/norte) e tem apartamentos compactos mas bem-resolvidos, com alguma vista para o mar — e um bar de praia próprio e fora da rota dos excursionistas.

Cassange, Saquaíra, Algodões

Duas pousadas têm frente para o mar e fundos para a Lagoa do Cassange. A Terraços Marinhos tem apartamentos compactos na casa principal e bangalôs com priscina privativa (e privacidade absoluta) no canto esquerdo do terreno. A piscina de raia é campeã. A Pousada Lagoa do Cassange, uma das pioneiras da península, continua rústica, mas deu um belo upgrade às áreas sociais e aos bangalôs. É uma pousada que leva super a sério assuntos como sustentabilidade e envolvimento social.

Mais adiante, num trecho totalmente deserto de Saquaíra, a Butterfly House é um delírio: os bangalôs misturam Bahia, Oriente e Marrocos, e os jardins tropicais são incrivelmente bem-cuidados.

Ainda não fui até lá, mas me contaram que a Aycha é a melhor pousada de Algodões.

–> Onde comer: Barra Grande & Península de Maraú

A moqueca mais tradicional de Barra Grande é a d’A Tapera, no fim da rua principal. Para comida brasileira rejuvenescida, vá ao charmoso Donanna, na rua do Anjo (paralela à praia).

Se bater vontade de comer uma boa massa, vá ao autêntico Sapori d’Italia (que tem um gostoso quintal) ou ao bom resturante da pousada Denada, à beira-mar. Comida francesa em plena península? Dirija-se ao Papagaio, na mesma transversal d’A Tapera.

Considere ainda as pizzas da Dri & Dani e as crepes da Creperia da Barra L’Hôtel des Îles, as duas perto da igreja. Para refeições substanciosas e econômicas, vá ao Restaurante da Zene, no início da rua principal.

Para almoçar, o Bar da Rô é imbatível; o Macunaíma é uma bela opção para petiscar ao entardecer.

Em Taipu de Fora, o almoço do Bar das Meninas é excelente (não experimentei o do Buda Beach).

As pousadas fora de Barra Grande costumam oferecer jantar (algumas incluem na diária).

–> Como chegar: Barra Grande & Península de Maraú

Via Ilhéus

O aeroporto mais próximo à Península de Maraú é o de Ilhéus, a 130 km de Barra Grande (ou 120 km de Camamu). Um trânsfer (combine com sua pousada) vai custar entre R$ 200 e R$ 280, dependendo do veículo. O caminho é inteiramente rodoviário; os últimos 40 km serão na precaríssima estrada de terra da península.

A maneira mais econômica de seguir viagem desde Ilhéus é pegar um táxi do aeroporto à rodoviária (funciona pelo taxímetro; em março de 2013, paguei R$ 21) e lá pegar um ônibus a Camamu (R$ 19), para embarcar na lancha rápida a Barra Grande (R$ 25). A viação que opera a rota Ilhéus-Camamu via Itacaré é a Águia Branca; há ônibus diários saindo de Ilhéus às 7h50 e 14h10; as saídas de Camamu são às 13h10 e 16h40. A viagem leva duas horas e meia e pode ser comprada online. O aeroporto de Ilhéus está a 10 minutos de táxi da rodoviária. Duas empresas fazem a travessia Camamu-Barra Grande: a Camamu Adventure e a Princesinha (clique para ver horários e reservar). Caso sua pousada não se localize em Barra Grande, você vai precisar fretar uma jardineira (pense aí em mais R$ 40 a R$ 80, dependendo da localização da sua pousada) ou, se estiver só de mochila, ir de mototáxi.

Alugar um carro só vale a pena se você planeja dividir a estada com Itacaré. Neste caso você tem duas opções. Os mais corajosos pegam a BR 030, horrorosa estrada de terra cuja entrada é 20 km depois de Itacaré. A partir dali serão 40 km chacoalhantes até a sua pousada; na época das chuvas, só é recomendável para veículos 4×4 (informe-se sempre com a pousada sobre as condições da estrada antes de se aventurar por ela). Quem não quer se incomodar deixa o carro num dos estacionamentos de Camamu e pega a lancha rápida. O melhor esquema de estacionamento é o do Estaleiro: fica à beira da BA 001, fora da cidade (antes de Camamu, se você vem de Ilhéus, ou passando Camamu, se você vem de Salvador); a referência para entrar é o posto de gasolina Camarada. A diária custa R$ 20 e as lanchas vêm buscar e deixar os passageiros no estacionamento, sem custo extra.

Via Salvador

Quem se hospeda no Kiaroa tem a opção de chegar de teco-teco na pista de pouso particular do hotel. O vôo panorâmico desde Salvador (sobrevoando Morro de São Paulo, Boipeba e a baía de Camamu) leva 40 minutos.

Por terra (e mar) a viagem é complicadíssima. Você precisa pegar o ferry-boat a Bom Despacho, em Itaparica (50 min., R$ 4) e lá pegar um ônibus da Águia Branca (compre online) para Camamu (4 horas de viagem; R$ 26 a R$ 28). Em Camamu você pega a lancha rápida (da Camamu Adventure ou da Princesinha), que em 20 minutos deixa você em Barra Grande (R$ 25, clique nos sites para ver horários e reservar). Caso a sua pousada se localize fora de Barra Grande, será preciso fretar uma jardineira ou ir de mototáxi para chegar ao destino final. Tenha em mente também que o aeroporto de Salvador está a 30 km do terminal de ferry-boat, e o táxi custa mais de R$ 100. (Ou seja: venha por Ilhéus!)

De carro, você vai precisar pegar o ferry-boat (que não tem mais hora marcada; conte com pelo menos uma hora na fila). Daí pode seguir até Camamu (190 km pelo asfalto), passar a cidade e deixar o carro estacionado no Estaleiro (a entrada é ao lado do posto Camarada à beira da BA 001); a diária é de R$ 20. Querendo chacoalhar nas estradas de terra bastante precárias da península, você continua 35 km pela BA 001 e entra na BR 030 (de terra), que em mais 40 km leva à sua pousada.

Vindo de Morro de São Paulo ou Boipeba

Vá de lancha rápida a Valença, pegue um táxi para a rodoviária, siga de ônibus para Camamu, pegue a lancha rápida para Barra Grande.

Vindo de Itacaré

Vá de ônibus a Camamu e pegue a lancha rápida para Barra Grande.

ITACARÉ

Praia de São José, Itacaré

[Praia de São José, Itacaré]

É a sua praia: se você gosta da combinação mata + montanha + praia; se você surfa; se você curte turismo-aventura

Não é a sua praia: se você procura Nordeste com cara de Nordeste (coqueiros, dunas…)

–> Vai por mim: Itacaré

Itacaré tem uma paisagem sui-generis no litoral nordestino. Enseadas delimitadas por montanhas recobertas de verde sugerem um pedaço da Rio-Santos que emigrou para a Bahia. A estrada, porém, passa a uma distância ecologicamente segura da costa; a visão das praias é um privilégio de quem percorre as trilhas que levam às praias ainda selvagens.

A cidade fica ao fim dessa estrada, na foz do Rio de Contas, e tem um casario antigo muito bonito, ainda que maltratado. Logo que a estrada foi asfaltada, no fim dos anos 90, parecia que paulistas e cariocas endinheirados fariam de Itacaré a próxima Trancoso. Hoje os caixas-altas ficam em seus condominios fechados e pouco se relacionam com a vila. A cidade, que antes do asfalto era uma surf town, tornou-se um ímã para mochileiros e festeiros.  A rua que liga o centro às praias urbanas é pontilhada de bares, restaurantes, agências de passeio, pousadinhas e hostels — e ficou conhecida como “a Pituba“, numa blague com o movimentado bairro de Salvador.

Praia da Tiririca, Itacaré

[Praia da Tiririca, Itacaré]

Há quatro praias “urbanas” em Itacaré. A primeira, continuação natural da orla central, é a praia da Concha, que tem mar calminho (por estar na boca do rio), muitas barracas e sobretudo muitas pousadas. Seguindo adiante a partir do fim da Pituba, chega-se às praias do Resende e da Tiririca (vizinhas, points de surfistas) e da Ribeira (que tem muitas barracas e um gostoso riacho). A partir da Ribeira é possível, mas não recomendável (veja o alerta logo abaixo) fazer a trilha à mais bonita praia de Itacaré, a Prainha.

Quem se hospeda no Itacaré Eco Resort tem acesso privilegiado a duas praias que se encontram dentro do condomínio onde está instalado: a própria Prainha (sem necessidade de pegar a trilha perigosa) e São José (que é virtualmente privativa do resort).

A praia seguinte, Jeribucaçu, também tem acesso arriscado (leia alerta abaixo).

Uma trilha curtinha (15 minutos) e bem-sinalizada leva à praia da Engenhoca (onde você verá vestígios de um hotel 6 estrelas que foi embargado, o Warapuru) e, na direção oposta, a Havaizinho.

Txai, Itacaré

[Itacarezinho, em frente ao Txai]

Mais adiante na estrada você pode entrar pela porteira de um restaurante e aproveitar a extensa praia de Itacarezinho (onde, mais adiante, está instalado o luxuoso Txai).

Para boa parte dos visitantes, porém, as praias são apenas um detalhe. Itacaré um destino perfeito para caçadores de cachoeiras e para troca de bom grado um dia torrando na praia por atividades como trekking, canoagem e rapel.

E se você está com vontade de fazer o bate-volta a Taipu de Fora, pense duas vezes. Trata-se de uma viagem sacrificadíssima, que faz você ficar entre quatro e cinco horas dentro de um jipe, com pelo menos três horas e meia de sacolejo chatíssimo pela estrada precária da Península de Maraú. Minha recomendação é programar um ou dois pernoites em Taipu — vá de ônibus a Camamu, pegue a lancha a Barra Grande e a jardineira a Taipu. Leia mais sobre Barra Grande e Taipu mais acima.

Alerta 1: assaltos nas trilhas da Prainha e de Jeribucaçu

Entra ano, sai ano e aparecem relatos de assaltos a grupos que fazem as trilhas da Prainha e de Jeribucaçu. Antigamente só quem fazia a trilha sem guia corria perigo, mas nos últimos anos também grupos com guias têm sido vítimas de assaltantes armados. Enquanto não cessarem esses relatos, minha recomendação é se abster de fazer esses dois passeios. (Quem está hospedado no Itacaré Eco Resort vai à Prainha sem riscos: há uma porteira dentro do condomínio).

Leia mais: Trilhas em Itacaré: perigo de assalto mesmo com guias

Alerta 2: assaltos no caminho entre Tiririca, Resende e Concha

Outro ponto onde são registrados assaltos é a estrada (urbana) entre a Tiririca e a Concha. Ali os assaltos ocorrem no fim da tarde. Não há perigo em percorrer a região com sol alto, quando há bastante movimento de carro (e alguns pedestres). O perigo é quando a região fica erma, a partir do meio da tarde.

–> Onde ficar: Itacaré

Centro

A localização Centro-Pituba é a mais conveniente para aproveitar a noite. Num mar de pousadas ultrabásicas, o grande destaque é a Ilha Verde, que está fora da muvuca, tem decoração de personalidade e um terreno com vetetação viçosa.

No bairro da Passagem (lado oposto à Pituba), a Shambhala fica à beira-rio e tem acomodações bastante charmosas. Você vai precisar de carro para sair à noite.

Praia da Concha

A Concha concentra as pousadas para quem não faz o estilo mochileiro (e quer se hospedar na praia). O problema do bairro é a lama que se forma depois de qualquer chuva; é difícil ir a pé à Pituba sem se embarrar. (Mais um motivo para você estar de carro em Itacaré.)

Gosto muito da Vira Canoa, que é praticamente um hotel; tem uma piscina gostosa e está a apenas uma quadra da Pituba. A pequena Burundanga é uma autêntica pousada de autor, com apartamentos elegantes que dão para um bem-cuidadíssimo jardim tropical.

Pé na areia, no canto direito da praia, o hotel Aldeia do Mar tem bangalôs confortáveis, áreas sociais charmosas e um piscinão. Na ruazinha beira-mar, o novo Porto dos Casais é caretão mas bem-montado.

Perto da praia, a Naínas e a Casa Zazá são opções descoladinhas para quem procura um bom custo x benefício.

Nas praias fora da vila

Fora da vila, na costa mais selvagem, ficam os hotéis mais estruturados. Na praia de São José, o Itacaré Eco Resort mudou um pouco de perfil. Incorporou o Itacaré Village, com o qual dividia a praia, instalou uma gostosíssima piscina perto do mar e passou a oferecer recreação infantil. Tornou-se, assim, um resort de fato — e como não é enorme, é uma bela alternativa para famílias que não curtem resortões gigantes. Há também acomodações charmosas para casais em lua de mel (com jacuzzi no apartamento). Oferece transporte de van ao centro (em horários fixos) e à Prainha, que fica dentro do condomínio e tem acesso por uma porteira privativa, sem necessidade de pegar a trilha. O portal está a 6 km da vila.

Em Itacarezinho, o charmosésimo Txai é um dos ícones do luxo praiano no Brasil — e, desde o final de 2013, integrante da mitológica rede Relais & Châteaux. Seus bangalôs se espalham por um coqueiral impecavelmente gramado. Os hóspedes podem escolher entre duas piscinas elegantérrimas. A praia é virtualmente deserta (pouquíssimos forasteiros se animam a caminhar meia hora desde o restaurante Itacarezinho, no canto esquerdo da praia) e ótima para caminhar, com uma faixa de areia dura junto à rebentação. Está a 15 km da vila.

Finalmente, na praia do Pé da Serra, a meio caminho entre Ilhéus e Itacaré, a Aldeia da Mata oferece um clima eco-zen, com bangalôs de madeira em meio a muito verde, num trecho deserto de praia.

–> Onde comer: Itacaré

Núúh, ItacaréNúúh, ItacaréNúúh, Itacaré

[Núúh, Itacaré]

A praia da Concha tem boas barracas, como a Maré Alta, famosa pela moqueca da Luzitânia. (A moqueca da Tia Deth, no início da orla urbana ao lado do posto de gasolina, também é ótima.) Mas o melhor restaurante de praia está no canto esquerdo da praia de Itacarezinho: é o…. Itacarezinho.

A rua Lodônio Almeida, que liga o centro histórico à Pituba, tem dois bons endereços fora da muvuca. O Beco das Flores, misto de café, restaurante e pizzaria (Boca de Forno), é patrimônio afetivo de Itacaré. A seu lado, o Núúh Botequim (instalado onde era a Casa Sapucaia) tem cozinha brasileira inventiva.

Na Pituba, os restaurantes com maiores pretensões gastronômicas são o exótico Oásis, o charmoso À Brasileira e o original (libanês vegetariano) Alamain. Come-se bem também no Manga Rosa (cardápio mais saudável), Mistura Fina (variado) e Miguel Arcanjo (brasileiro). Depois do jantar, dirija-se ao Favela, que é quase uma baladinha ali na Pituba mesmo, ou veja se tem festa no Casarão Amarelo, na orla central.

Fora da cidade, dois lugares são imperdíveis. Aberta de quarta a domingo, a Pizza na Praça, em Serra Grande (30 km), vale a viagem. E na ida ou na volta a Ilhéus, experimente as sensacionais empadas da Cabana da Empada, no km 28.

–> Como chegar: Itacaré

Via Ilhéus

Itacaré fica a 75 km do aeroporto de Ilhéus, que é servido por vôos diretos de São Paulo (Congonhas pela TAM, Cumbica pela Azul), Campinas (Azul), Belo Horizonte (Gol), Brasília (Avianca) e Salvador (Gol, Azul e Avianca).

O ideal é alugar um carro no aeroporto — você cruza 10 km dentro da cidade e depois pega a impecável estrada-parque até a vila.

Se não quiser alugar carro, combine um trânsfer com sua pousada ou pegue um táxi (a corrida é negociada, deve sair em torno de R$ 150).

Querendo economizar no traslado, vá de táxi até a rodoviária de Ilhéus (cerca de R$ 20, pelo taxímetro) e pegue um dos ônibus da Rota que saem de hora em hora (R$ 12). O último ônibus sai às 19h40 (confirme os horários pelo telefone 73/3634-3161).

Vindo de Salvador

Pegue o ferry-boat a Bom Despacho, em Itaparica (50 min, R$ 3,95), seguindo de ônibus pela Águia Branca (melhor comprar online, com origem Bom Despacho; R$ 36, 5 horas).

Vindo de Barra Grande/Península de Maraú

Um trânsfer terrestre custará em torno de R$ 200. Por transporte regular, vá de lancha a Camamu (R$ 25) e pegue o ônibus da Águia Branca a Itacaré (dá para comprar online ou na hora; R$ 9, 1h de viagem). O ponto de ônibus de Camamu é junto ao píer das lanchas.

Vindo de Morro de São Paulo ou Boipeba

Pegue a lancha a Valença (R$ 18 de Morro, R$ 38 de Boipeba), vá de táxi à rodoviária (R$ 12) e siga de ônibus a Itacaré pela Águia Branca (dá para comprar online ou na hora; R$ 20, 3h30 de viagem).

ILHÉUS, UNA, COMANDATUBA & CANAVIEIRAS

Jorge Amado

É a sua praia: se você leu “Gabriela”

Não é a sua praia: se não curte mar cor de canela

–> Vai por mim: Ilhéus, Una, Comandatuba e Canavieiras

O Brasil pode ter sido descoberto em Porto Seguro, mas foi imaginado em Ilhéus. Sem Jorge Amado, seus pescadores, suas quengas e sua elite do cacau, o país certamente uma idéia muito menos colorida de si mesmo. No centro de Ilhéus, um quarteirão homenageia o escritor, com uma casa de cultura na casa onde passou a infância e, funcionando com o restaurantes, o bar Vesúvio e o cabaré Bataclan.

Há outros passeios para fazer longe da praia: visitas ao Ecoparque de Una (agende visitas no site) e a fazendas de cacau como a Yrerê (ligue para marcar).

Praia Jardim Atlântico

[Praia Jardim Atlântico, Ilhéus]

A orla é extensa e tem uma característica uniforme: o mar está constantemente turvo na rebentação. Mas já peguei mar azul no primeiro trecho da praia, logo abaixo do aeroporto, onde estão o hotel Jardim Atlântico e a Pousada dos Hibiscus.

Ao norte do centro, ao longo da estrada para Itacaré, a praia apresenta densos coqueirais (e, com exceção do trecho imediatamente junto à cidade, tem pouca estrutura).

Ao sul do centro, o trecho mais concorrido é o da praia dos Milionários, onde há muitas barracas. O trecho mais recortado (e por isso mais bonito) é o do distrito de Olivença, onde os destaques são a praia da Batuba (com uma megabarraca ao estilo das de Fortaleza) e de Back Door (a preferida dos surfistas). Outro destaque de Olivença são as águas minerais ferruginosas, com propriedades terapêuticas. Ao sul de Olivença a estrada passa longe da costa e as praias acabam privativas das fazendas, com densidade demográfica zero.

O acesso à ilha de Comandatuba aparece um pouco adiante do vilarejo de Una.

A estrada termina na próspera Canavieiras, que tem um belo casario à beira do Jequitinhonha. O passeio pelos canais do rio Pardo é um dos mais bonitos que você pode fazer pelos mangues do litoral brasileiro.

Leia mais: De Canavieiras a Belmonte, pelo delta do Jequitinhonha

–> Onde ficar: Ilhéus, Comandatuba e Canavieiras

Entre do aeroporto e a praia dos Milionários, o hotel Jardim Atlântico tem apartamentos confortáveis e uma enorme piscina. A Pousada dos Hibiscus tem ambiente bem praiano e está no melhor ponto da praia (foi ali que encontrei mar azul em Ilhéus).

Junto à vila de Olivença, o Back Door Village é uma boa opção para quem quer praia e alguma vida urbana sem precisar pegar carro. Passando o centro da vila, dois resorts BBB são vizinhos de cerca (e compartilham águas minerais ferruginosas): o Ecoresort Tororomba e o Cana Brava (que foi todo renovado e agora funciona no sistema all-inclusive).

Isolada numa área de vegetação preservada em Una, a pousada de luxo Fazenda da Lagoa tem bangalôs gostosíssimos e uma lagoa de águas azuis, mas está fechada por pendengas ambientais.

Tomando metade de uma ilha, o Transamérica Ilha de Comandatuba (meia-pensão) tem jardins impecáveis, serviço nota 10 e recreação infantil elogiadíssima. As atividades náuticas no canal e as duas piscinas compensam a praia pouco atraente (mas ótima para caminhar). Há pacotes com vôos diretos ao aeroporto próprio do hotel, que fica a cinco minutos do embarcadouro para a ilha.

Se precisar dormir em Canavieiras para atravessar a Belmonte no dia seguinte, a melhor hospedagem do centro histórico é a pousada Frédéric.

–> Onde comer: Ilhéus

O centro histórico tem dois lugares onde comer se sentido em Gabriela: o bar Vesúvio, praticamente em frente à catedral, e o cabaré Bataclan, duas quadras para trás, numa pracinha junto à orla fluvial.

A maior referência gastronômica de Ilhéus também fica na orla fluvial, duas quadras adiante do Vesúvio: é o italiano Marostica, instalado num casarão restaurado. Ao lado há um complexo que vale mais a pena pelas mesas na calçada, composto pelo bar-pizzaria Maria Machadão e o japonês Kenko.

Para almoçar, vá à praia dos Milionários, onde há grandes barracas. A Cabana Armação já chegou até a ter estrela no Guia 4 Rodas.

PériclesPéricles, Ilhéus

[Péricles, Ilhéus]

Agora uma dica gastronômica absolutamente insider: não saia da cidade sem provar os fabulosos picolés do Péricles. O de chocolate é tudo nessa vida. Fica perto do aeroporto, numa rua que o Google Maps não conhece. Mas pergunte por ali que o pessoal ensina :-)

–> Como chegar: Ilhéus, Comandatuba e Canavieiras

Ilhéus é ligada por vôos diretos a São Paulo (Congonhas pela TAM, Guarulhos pela Azul), Belo Horizonte (pela Gol), Brasília (pela Avianca) e Salvador (por Gol, Azul e Avianca). Os hotéis de Olivença estão a 20 km do aeroporto.

Comandatuba está a 70 km do aeroporto. Mas o jeito mais confortável de chegar é pelos vôos fretados pelo Transamérica, que descem na pista de pouso própria do hotel.

Canavieiras está a 130 km do aeroporto. Dá para ir de ônibus (pegue um táxi até a rodoviária; funciona pelo taxímetro, deve dar uns R$ 20).

Vindo (ou indo) do (ao) Sul da Bahia

Se você vem da região de Porto Seguro de carro, zere o odômetro em Eunápolis e saia da estrada lá pelos 125 km, seguindo as placas para Santa Luzia. Você vai pegar 45 km de asfalto com algum buraco, mas escapará dos caminhões da BR 101. Ao chegar ao litoral, a estrada será perfeita e desimpedidíssima pelos 90 km restantes até Ilhéus.

Leia também:

Miniguia de praias | Bahia: Salvador e litoral norte

(Salvador, Guarajuba, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassaí, Costa do Sauípe, Sítio do Conde, Mangue Seco)

Miniguia de praias | Bahia: Costa do Descobrimento e Costa das Baleias

(Santo André da Bahia, Porto Seguro, Arraial d’Ajuda, Trancoso, Praia do Espelho, Caraíva, Corumbau, Cumuruxatiba, Prado e Abrolhos)

Siga o Viaje na Viagem no Twitter – @viajenaviagem

Siga o Ricardo Santos no Twitter – @Santosriq

Visite o VnV no Facebook – Viaje na Viagem

Assine o Viaje na Viagem por email – VnV por email

   


Categorias: Bahia, Barra Grande, Boipeba, Canavieiras, Comandatuba, Dendê-Cacau, Guia de praias, Ilhéus, Itacaré, Itaparica, Morro de São Paulo, Península de Maraú
Tags:
135 comentários para “Miniguia de praias | Bahia: Costa do Dendê e Costa do Cacau”

    Leandro   
    4 de dezembro de 2013 às 0:01 | Permalink | Responder

    Corrigindo: serão 7 noites. Portanto, uma noite a mais em um desses locais… Recomendações sobre qual local poderia aproveitar mais…? ;)
    Júlia   
    11 de dezembro de 2013 às 21:02 | Permalink | Responder

    Olá Ric! Tudo bem?

    Vou a Salvador no fim de março do ano que vem, e estou pretendendo passar 5 ou 6 dias em Morro de São Paulo.

    Quanto à hospedagem, gostei muito do Villa dos Orixás, Anima Hotel, Hotel Praia do Encanto, Karapitangui, Villa das Pedras… Você conhece algum deles para recomendar?

    Obs.: li no guia a parte sobre hospedagem, mas não vi nada sobre essas pousadas e hotéis, por isso estou perguntando… :)

    Muito obrigada!
        OnLine
        12 de dezembro de 2013 às 6:29 | Permalink | Responder

        Olá, Júlia! Villa das Pedras está comentada e fica na Segunda Praia. Os outros hotéis ficam na Quinta Praia/Praia do Encanto, que é uma praia sossegada e um tanto isolada; ideal para quem quer descansar num bom hotel e ir à vila muito ocasionalmente. O Praia do Encanto Anima e a Villa dos Orixás são hotéis muito charmosos.
        Bianca   
        19 de dezembro de 2013 às 14:04 | Permalink | Responder

        Oi Júlia,

        Passei minha lua de Mel na Pousada Passárgada, em frente a Pousada Portaló, muitíssimo bem localizadas em Morro de São Paulo. Achei que as duas tem a melhor localização na ilha, bem perto da entrada e saída (melhor qdo se chega de SSA ou dos passeios) e pertinho dos restaurantes e da vila. A Pasárgada tem uma piscina de borda infinita fantástica e uma vista deslumbrante!
        Agradou a mim, que estava em lua de mel e a um casal com filhos que estava hospedado no quarto ao lado.
            Júlia   
            10 de março de 2014 às 16:12 | Permalink | Responder

            Obrigada OnLine e Bianca!
            Acabei decidindo ficar 3 dias no Villa dos Orixás mesmo, pois me pareceu bem interessante o clima mais reservado de lá, além de ter aparecido um desconto imperdível no Booking.
            Mas obrigada pela atenção nas respostas!
            Abraços!
    Juliana   
    20 de dezembro de 2013 às 10:33 | Permalink | Responder

    Faltou a dica do Tio Gu Café Creperia em Itacaré!! Delíciaaaaaaaaa!! #1 no trip advisor ;-)
    Marcelo Aguilar   
    22 de dezembro de 2013 às 21:03 | Permalink | Responder

    por fim e parabens !! o site “quasi” voltou ao formato original !!
    Eu nao paraba de ler, todos os días mesmo ! o site inicial … com os imperdivels “e sua Praia, nao é sua Praia ……. vai por mim” etc. etc. ……….. mais depois virou aquele blog … para nada charmoso….. frio quasi ( sorry Rick!)

    Agora, que re descobri, tou gostando muito de novo, obrigado !!!
    Renata Maia   
    27 de dezembro de 2013 às 12:32 | Permalink | Responder

    Caramba, essa atualização está demais! De todos estes lugares ainda está faltando conhecer Barra Grande e vcs me deram uma grande ideia! Acham que fevereiro é uma boa época? Me tira uma dúvida: essa estimativa no valor do transfer Ilhéus/Barra Grande (R$200/280) é somente um trecho ou ida/volta?

    Pensei em passar novamente por Itacaré mas com os relatos de violência dei uma desanimada.. Contei minha ida à Itacaré e uma visita surpresa a Morro de SP no meu blog:

    http://renataviaja.blogspot.com.br/2013/11/itacare.html

    http://renataviaja.blogspot.com.br/2013/11/bahia-praia-do-forte-morro-de-sao-paulo.html
        OnLine    
        3 de fevereiro de 2014 às 12:41 | Permalink | Responder

        Olá, Renata! O preço é do transfer é de ida OU volta.
    Rosana   
    4 de fevereiro de 2014 às 22:38 | Permalink | Responder

    Viajei recentemente para Boipeba e foi uma viagem fantástica!
    Dica 1: Fazer o passeio Volta a Ilha! Passa por praias belíssimas com parada para mergulho nas piscinas naturais de Moreré.
    Dica 2: A melhor lagosta na manteiga não é a do Guido e sim a lagosta servida na Toca da Onça(Cova da Onça – povoado de pescadores de São Sebastião)
    Sabrina   
    5 de fevereiro de 2014 às 22:43 | Permalink | Responder

    Olá Ricardo!!

    Estou pensando em ir para Ilhéus em maio e gostaria de saber se essa época do ano chove muito?
    E se as águas são próprias para mergulho?

    Obrigada!
       OnLine    
        6 de fevereiro de 2014 às 11:39 | Permalink | Responder

        Olá, Sabrina! Quem responde é OnLine

        Veja:
        http://www.viajenaviagem.com/2012/10/praiometro-nordeste-caribe/
    Valeria Rubio   
    14 de fevereiro de 2014 às 8:33 | Permalink | Responder

    SENSACIONAL! Consulto o VNV antes de viajar há uns três anos e dessa vez, parecia que o o post foi feito pra mim! Mega, ultra, super obrigada!
        OnLine
        14 de fevereiro de 2014 às 8:35 | Permalink | Responder

        Olá, Valeria! Fique ligada, que o nosso conteúdo Brasil vai aumentar bastante ao longo deste ano!!!!
    Amanda   
    23 de fevereiro de 2014 às 21:21 | Permalink | Responder

    Sempre fui fã de vcs e esse post ficou demais… estou pensando em passar 11 dias de férias dividindo 5 dias em Barra Grande, 4 dias em Taipus de Fora e 2 dias em Ilhéus, vale a pena? Ou seria melhor ficar em um lugar só e apenas fazer os passeios de dia?
    Muito obrigada!
      OnLine
        23 de fevereiro de 2014 às 22:04 | Permalink | Responder

        Olá, Amanda! Achamos que nunca é tempo demais para se ficar numa praia. As permanências permitirão relaxar bastante.
    elaine   
    24 de fevereiro de 2014 às 15:34 | Permalink | Responder

    olá , gostaria muito de conhecer Ilheus ,mas vou ter só 3 dias livres do trabalho com data ainda a escolher, oque vc indicaria para passar esses 3 dias em Ilheus/Itaoca com meu marido e meu filho… suas indicaçoes na minha ultima viagem a Natal foi de uma super ajuda.. obrigada…
      OnLine
        24 de fevereiro de 2014 às 17:19 | Permalink | Responder

        Olá, Elaine! Veja as dicas do Ricardo Santos no post acima :)
    Roberta   
    12 de março de 2014 às 11:23 | Permalink | Responder

    Olá!
    Estamos escolhendo pousada em Maraú e estamos na dúvida onde ficar por conta da praia versus restaurantes (almoço e janta). Se ficarmos em um pousada que é próxima da praia Bombaça o deslocamento é fácil para irmos aos restaurantes que ficam mais no centrinho, em Barra Grande? Taipus de Fora a alimentação (almoço/janta) fica restrita à da pousada? Obrigada pela ajuda! Roberta
OnLine    
        12 de março de 2014 às 12:35 | Permalink | Responder

        Olá, Roberta! Ficando em Bombaça você dependerá de táxis. Em Taipus você pode almoçar nas barracas de praia; normalmente o jantar está incluído na diária da pousada.
    Roberta   
    12 de março de 2014 às 15:56 | Permalink | Responder

    Super obrigada pela resposta! Agora não sei onde colocar essa minha dúvida nem sei se ela já foi respondida. Caso positivo, poderia me encaminhar o link, pois vasculhei aqui no site e não encontrei… Iremos de carro, do Rio até a Bahia, e dessa vez vamos mudar a rota para conhecer novos lugares. Na ultima vez fomos pela 101 e pegamos dicas aqui. Agora iremos pela 116, por Minas, e gostaríamos de aproveitar para conhecer novos locais. Vocês sugerem alguma cidade especifica que seria legal para parar e aproveitar para conhecer? Super obrigada (novamente)! Roberta
       OnLine    
        12 de março de 2014 às 16:12 | Permalink | Responder

        Olá, Roberta! Nunca fizemos esta rota. Vamos compartilhar a pergunta no Perguntódromo. Havendo resposta, aparecerá aqui.
        A.L.   
        13 de março de 2014 às 4:36 | Permalink | Responder

        Vc pode dar uma escapada a leste para visitar o Parque Nacional de Caparaó, que fica na divisa de MG e ES.
        RAB UGENTO   
        17 de março de 2014 às 6:29 | Permalink | Responder

        Em Teófilo Otoni (MG) você terá oportunidade de comprar pedras preciosas e semi-preciosas.

        Poucos quilômetros mais ao norte de Teófilo Otoni encontrará cidades menores onde é feita a lapidação das pedras e dos granitos.
            Ellen Nascimento   
            17 de março de 2014 às 9:39 | Permalink | Responder

            Olá Roberta,
            Acabei de fazer essa viagem (Natal e Ano-Novo *saindo do sul de Minas) e não encontrei nada realmente interessante. Mas como é provável que você tenha que dormir em algum lugar, sugiro a mesma escapada do A.L. – Serra do Caparaó. De qualquer forma, fique atenta na rodovia – a estrada é estreita, perigosa e com caminhões malucos. Além disso, após Valadares existem histórias de violência, então a dica é não parar para ninguém e se baterem no seu carro – tipo encostar na traseira – “vá se embora” pois pode ser uma emboscada.
            Boa Viagem.
            E se der, inclua a praia de Jeribucaçu em Itacaré.
        N.   
        19 de março de 2014 às 17:14 | Permalink | Responder

        Fiquei na cidade mineira de Manhuaçu para visitar o visitar o Parque Nacional de Caparaó, mas há hotel na entrada do parque.
    cristiane ribeiro   
    17 de março de 2014 às 5:02 | Permalink | Responder

    Roberta. em Maraú, é melhor ficar em Barra Grande. Tem mais opções de restaurantes e atrações a noite… Pela manhã vc pega as jardineiras e vai na praia que vc quiser se for mais distante, mas a praia em Barra Grande e arredores é ótima. Ficamos no Taipabas Hotel.Muito bom. Algumas dicas nesse post do meu blog
    http://nocursodopercurso.blogspot.com.br/2012/02/salvador-morro-de-sao-paulo-e-marau.html
    Luiz Carlos Tiago   
    18 de março de 2014 às 10:37 | Permalink | Responder

    Roberta
    Sou do Rio e moro em Aracaju há dez anos e adoro viajar de carro. Chego no Rio e deixo o carro na garagem, o que interessa é a viagem de ida e volta. Recomendo que não vá pela BR-116. Não há nada para ver e o risco é muito grande. Práticamente só há caminhões e carretas na pista e não é nada confortável viajar em filas com caminhões ( e carretas) em frente e atrás. Vá pela BR-101 que há centenas de belos lugares para conhecer.
    Marise   
    22 de abril de 2014 às 21:32 | Permalink | Responder

    Quero ir para Algodões de ônibus, partindo da rodoviária da Ilha de Itaparica. Qual a empresa?
OnLine
        23 de abril de 2014 às 22:28 | Permalink | Responder

        Olá, Marise! Não sabemos ao certo. Provavelmente você precise ir de ônibus a Camamu, então lá pega uma lancha à sede de Maraú e continua de alguma maneira a Algodões. Não acreditamos que haja ônibus de linha a Algodões.
    Mariana Ribeiro   
    28 de abril de 2014 às 19:37 | Permalink | Responder

    Alguem tem alguma novidade com relacao aos assaltos nas trilhas de Itacare? Estou indo em Junho e levando filhos pequenos. Obrigada
        OnLine
        28 de abril de 2014 às 20:06 | Permalink | Responder

        Olá, Mariana! Os passeios que o Ricardo Santos não recomenda, por conta de relatos de assaltos, estão listados no post acima.
    fernanda jardim   
    29 de abril de 2014 às 16:27 | Permalink | Responder

    Olás!! Estou de volta, querendo, novamente, suas dicas preciosas. Agora, sobre Itacaré. Estamos indo agora,em casal, num período curto, no feriado de Corpus Christie, em junho: – é um período chuvoso?
    - essa questão de assaltos nas trilhas, ainda é recorrente?? – como fazer para conhecer Prainha, Itacarezinho e adjacências, sem morrer de medo de sermos assaltados?? – O que me dizem da Pousada Terra Boa, na praia das conchas?? – faz frio por lá, nessa época?? Como são poucos dias, praticamente só 2 dias livres, o que vocês me aconselham a fazer, que seria imperdível?? aguardo as informações, ansiosamente!! Obrigada, Fernanda Jardim
        OnLine    
        29 de abril de 2014 às 19:41 | Permalink | Responder

        Olá, Fernanda! O Ricardo Santos fala sobre quais trilhas de Itacaré evitar no post acima e dá dicas sobre o que fazer por lá.

        Para saber sobre as chuvas, consulte o Praiômetro: http://www.viajenaviagem.com/2012/10/praiometro-nordeste-caribe/

        Veja opiniões de ex-hóspedes sobre a Pousada Terra Boa no Booking.
    domenica   
    14 de maio de 2014 às 12:47 | Permalink | Responder

    Ola
    Em julho iremos para a Bahia e estamos em dúvida entre a praia do forte e morro de sao paulo. Qual a melhor opção para crianças? Vc pode nos indicar uma pousada também?
    ADORO O SITE E A COLUNA NA BAND NEWS TAMBÉM

    bjs
    Domenica
        OnLine    
        14 de maio de 2014 às 18:27 | Permalink | Responder

        Olá, Domenica! Quem responde é OnLine . A Praia do Forte tem melhor estrutura para crianças. Todas as pousadas indicadas no tópico Praia do Forte são apropriadas.
    Raquel   
    15 de maio de 2014 às 10:02 | Permalink | Responder

    Olá,

    Pretendo passar a semana do ano novo em Maraú/Barra Grande com um alguns amigos. Nossa ideia é alugar uma casa, onde vocês recomendam? Queremos privacidade e sossego, mas também ter opção de fácil acesso para restaurantes e bares. Melhor ficar na vila ou em uma das praias?
        OnLine    
        15 de maio de 2014 às 14:27 | Permalink | Responder

        Olá, Raquel! Se vocês querem paz, sossego e tranquilidade, fiquem em uma das praias. ;)

« Anterior 1 2   
ATENÇÃO:
Antes de perguntar, veja se a dúvida já não está respondida no texto. Perguntas redundantes e comentários em maiúsculas serão apagados. Obrigado!

Nome *

Email *

Website

« Miniguia de praias | Bahia: Costa do Descobrimento e das Baleias Miniguia de praias | Bahia: Salvador e Litoral Norte »


Airbnb


    Comentódromo
    Arquivo
    Tags
    +Recentes

   OnLine em Que moeda eu levo para o Uruguai?
    OnLine em Primeira viagem a Bariloche: roteiro completo
    Fabrício Silva em Passo a passo: como comprar passagens online na Trenitalia
  OnLine  em Primeira viagem: roteiro dia a dia em Santiago do Chile
    Maria em Visto EUA: você passou por processo administrativo? Como foi?
    Andreza em 60 hotéis em Londres comentados pelos leitores (com mapa!)
    OnLine em Roma
    Laura Brandão em Como viajar sozinho, mas acompanhado
    helane em Navegantes: o transporte a Blumenau, Camboriú e Beto Carrero
    Paulo em Hospedagem em San Andrés: o que você indica?


Viaje na Online viajofera


Palácio de Blenheim em Cotswold (Catálogo de Viagens)

Nosso Roteiro em Abu Dhabi (Alquimia do Viajante)

Nova York ainda mais doce (Abrindo o Bico)

Filipinas - quando ir, como chegar, onde ficar, o que fazer e muito mais (A vida é uma viagem)

Ronda, muito mais que um abismo (A Fragata Surprise)

La Paz , Bolívia, cordilheira dos andes saturada de paisagens grandiosas (100 Dimensões)

Pequim, uma nova janela para o mundo (Viajar pelo Mundo)

Dicas em Roma: Ostia Antica - para caçadores de arqueologia romana (Viagem na Itália)

Descobrindo a Península de Maraú (Pri Pelo Mundo)

Bruges - cenário de tranquilidade (Passageiros a Bordo)

E MAIS: 320 blogs pra você viajar

Viaje na Viagem     Brasil de A-Z     Europa de A-Z           Hotéis - Brasil     Hotéis - Caribe
Anuncie     Guia de Aracaju     Guia de Amsterdã     Pousadas em Fernando de Noronha     Hotéis em Aruba
Dicionário da OnLine      Guia de Belo Horizonte     Guia de Barcelona     Hotéis em Gramado       Hotéis em Cancún
#Viajosfera     Guia de Curitiba     Guia de Berlim     Hotéis no Rio de Janeiro     Hotéis em Los Roques
Assine o site (RSS)     Guia de Fernando de Noronha     Guia de Lisboa     Hotéis em São Paulo       Hotéis de Punta Cana
Assine o comentódromo (RSS)     Guia de Florianópolis     Guia de Londres        
Registre-se no Viaje na Viagem     Guia de Fortaleza     Guia de Madri     Hotéis - América do Norte     Hotéis - Europa
    Guia de Foz do Iguaçu     Guia de Paris     Hotéis em Miami     Hotéis em Amsterdã
Guias de Resorts do Brasil     Guia de João Pessoa     Guia de Roma     Hotéis em Nova York     Hotéis em Barcelona
Albergues & Hostels     Guia de Maceió         Hotéis em Orlando     Hotéis em Berlim
Apartamentos de temporada     Guia de Manaus     Caribe de A-Z         Hotéis em Florença
    Guia do Recife     Guia de Aruba     Hotéis - América do Sul     Hotéis em Lisboa
Shows & Atrações     Guia de Natal     Guia de Barbados     Hotéis em Bariloche     Hotéis em Londres
Tango em Buenos Aires     Guia de Porto Alegre     Guia de Cancún & Riviera Maia     Hotéis em Buenos Aires     Hotéis em Madri
    Guia do Rio de Janeiro     Guia de Curaçao     Hotéis em Mendoza     Hotéis em Munique
    Guia de Salvador     Guia de Los Roques     Hotéis em Montevidéu     Hotéis em Paris
    Guia de São Luis     Guia de Punta Cana     Hotéis na Patagônia e Lagos Andinos     Hotéis no Porto
    Guia de São Paulo     Guia de St. Maarten/St. Martin     Hotéis em Santiago     Hotéis em Praga
    Guia de Vitória             Hotéis em Roma
                Hotéis em Sevilha
    Américas de A-Z            
    Guia de Buenos Aires            
    Guia de Montevidéu            
    Guia de Nova York            
    Guia de Santiago            
               

__facebook.com/OnLineviagem__



Termos de uso do site
Conteúdo protegido por direitos autorais.
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização expressa dos autores.
© 2014 Organizações da OnLine Conteúdo Digital Ltda

Options Theme

Imprimir | Enviar por email

© morrodesaopauloonline.com.br - 2017 - Todos os direitos reservados